domingo, 15 de outubro de 2017

O primeiro domingo no Canadá


Domingo, dia 02 de julho – quarto dia da nossa segunda jornada no Canadá.


Aqui em London, a gente anda de ônibus (nosso Mercedes com motorista, como costumamos brincar). Descobrimos que o ônibus que nos conduziria ao centro da cidade era o de número 15 e que a parada mais próxima ficava há cerca de duas quadras (entre a nossa casa e o supermercado).

Tínhamos comprado passes para o mês de julho e, durante esse mês, poderíamos utilizar esse meio de transporte, ilimitadamente. Imaginem nós dois, conhecendo e revisitando a nossa London, com “passe livre” durante todo o mês de julho!!! “Um TUDO”.

Fomos à missa na Catedral de São Pedro, nossa conhecida há mais de 10 anos. Que saudades e que emoção ao nos aproximarmos da nossa linda igreja.






E a nossa emoção aumentou quando vimos que o padre ainda era o mesmo de 10 anos atrás. Agradecemos por todas as graças recebidas e aproveitamos cada segundo da celebração. No final da missa, conversamos com o padre, contamos a ele que já o conhecíamos e que estávamos de volta por mais uma temporada em London. Ele nos deu uma bênção e disse: “Welcome back” – Bem vindos de volta!










Como o dia estava muito bonito e já eram 11h30min, resolvemos comprar um sanduíche e um café e fomos almoçar no Victoria Park (próximo à St. Peters Cathedral).

Sentamos à uma das mesas disponíveis no parque e curtimos, com muita alegria, nossa volta a London. Um esquilo subiu na mesa querendo comer as migalhas que ali estavam. Tentei fotografá-lo, mas ele foi muito mais rápido do que eu. 



Depois de almoçarmos, decidimos tomar o ônibus e seguir até outro lugar do qual sentíamos muitas saudades: o Masonville Mall. (Mall é uma espécie de centro comercial, com várias lojas e um shopping center). 

Caminhamos um pouco pelo Shopping, mas, como o dia estava mesmo lindo, decidimos circular na área externa, onde há muitas lojas interessantes. Quase duas quadras de lojas no mesmo espaço físico. Algumas delas se localizavam dentro do Shopping há dez anos atrás, mas atualmente, se mudaram para espaços próprios no centro comercial.  (Será que tem a ver com o preço dos espaços dentro dos Shoppings?).

Há dez anos, estávamos no Masonville Mall quando foi inaugurada a loja de departamentos: Jysk. Uma “Disneylândia” de tudo o que se precisa ou deseja para dentro de casa. 

E, nesse dia 02 de julho de 2017, reencontramos a Jysk. Obviamente, entramos e fizemos algumas comprinhas. Os preços são maravilhosos e dá vontade de levar tudo para casa!





Ao final da tarde, ainda queríamos visitar outras lojas, mas o cansaço nos abateu. Tomamos o ônibus e voltamos para casa. (Na verdade, tivemos que tomar dois ônibus porque nenhum deles faz o trajeto do Masonville até o nosso bairro).
Ainda bem que a parada para desembarcarmos ficava quase na frente da nossa casa!
Cansados, mas felizes, chegamos ao final de mais um intenso dia em London. Porque o dia seguinte seria segunda-feira e as atividades na Universidade deveriam iniciar para o Iuri.

Conhecendo o bairro

No post anterior eu contei como foi o nosso dia de comemoração dos 150 anos de independência do Canadá.


Mas antes disso, no dia 30 de junho, começamos a organizar melhor a casa, acomodando nossas roupas e calçados de verão, nas gavetas e closets. 

Deixamos as roupas e calçados de inverno dentro das malas porque ainda teríamos duas mudanças até fixarmos nossa residência durante a nossa segunda jornada canadense. Preciso de um post especial para contar essa história...




Decidimos dar uma caminhada para explorar a vizinhança e comprar algumas coisas no supermercado. 


Com a ajuda do amigo Google, descobrimos que havia um supermercado “Valu Mart” há umas 4 quadras de nossa casa e resolvemos dar uma caminhada.

No caminho, percebemos que a maioria das casas estava enfeitada para a comemoração dos 150 anos de independência do Canadá. Há um sentimento de amor e orgulho pelo país que chega a emocionar qualquer pessoa.



Até no supermercado, muitos doces eram oferecidos enfeitados com a folha de Maple, símbolo do Canadá.


Aproveitamos para almoçar num restaurante no nosso bairro. Comemos fish and chips (peixe e batatinhas) e, é claro, acompanhados de uma cerveja canadense.



Na manhã seguinte, Iuri preparou a sua famosa granola e tomamos nosso café da manhã.


Uma coisa que já nos impressionou há dez anos atrás e que continua a nos chamar atenção é o tamanho das embalagens aqui no Canadá. Vejam esse pacote de “chips”.


Por hoje é só. Até os próximos encontros!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Celebrando os 150 anos da independência do Canadá

O Canadá completou 150 anos de sua independência no dia 1º de julho deste ano e aconteceram grandes comemorações em todo o país.

Nossos amigos Eddy e Zulma (conhecidos há mais de 10 anos e que nos visitaram em Tramandaí, em 2016) nos convidaram para celebrar os 150 anos na fazenda deles, na cidade vizinha de Thedford.

Vista da fazenda

Então, no dia 30 de junho (nosso segundo dia de volta a London), passamos no centro da cidade e eu comprei uma camiseta vermelha alusiva ao grande evento.

No dia 1º Zenon e Mary-Anne nos apanharam em casa e, juntos, fomos passar o dia na fazenda com toda a família Van Engelen.

Só para situarmos: A Zulma é brasileira de Anápolis - GO e o Eddy é canadense descendente de holandeses. Em 2007 o Iuri e eu fomos a uma palestra sobre sucessão familiar em fazendas de produção leiteira e conhecemos o Eddy que fez questão de nos apresentar à Zulma, dias depois. Essa história está neste blog, nas postagens de 2007. Se vocês quiserem ler a história está aí o link: http://iurienara.blogspot.ca/search?updated-max=2007-09-23T17:34:00-03:00&max-results=20&start=40&by-date=false

A celebração dos 150 anos

Fomos bem recepcionados pela família de Eddy e Zulma. Estavam seus 3 filhos, irmãos, cunhados, sobrinhos, sobrinhos netos e mais alguns amigos do casal.

Iuri e eu na fazenda Van Engelen

Aqui no Canadá há uma legislação rigorosa sobre o uso de fogos de artifício. Somente pessoas credenciadas podem promover shows pirotécnicos e em lugares previamente autorizados. (Se tivéssemos essa lei no Brasil, talvez algumas tragédias pudessem ser evitadas...).

Um dos filhos de Eddy e Zulma é credenciado e organizou um show pirotécnico previsto para às 21 horas, quando eventos semelhantes estavam preparados para acontecerem em todo o país.

Local preparado para o show pirotécnico

Passamos algumas horas agradáveis na companhia de toda aquela gente querida, comendo muita comida típica e cerveja canadense.

Lá pelas 19h30min resolvemos voltar para London já que era quase uma hora de viagem e nossos amigos queriam evitar o trânsito engarrafado por causa das comemorações na cidade.
Chegamos a London perto das 21 horas e decidimos procurar um bom lugar para assistirmos aos fogos de artifício da cidade.

Aí aconteceram umas coisas engraçadas: o Zenon começou a dar voltas para tentar estacionar o carro, mas os bons locais ou estavam lotados, ou não permitiam o estacionamento de automóveis.
Começamos a ouvir alguns sons de foguetes e o Zenon parou o carro próximo aos trilhos do trem. Em seguida, passou um trem com inúmeros vagões e não conseguíamos ver o centro da cidade.

Rimos muito disso e seguimos para um outro lado da cidade, de onde pudéssemos ver o show pirotécnico.  
Próximo a um dos locais de grande concentração de público, começaram a transitar muitos carros da polícia local – evento raríssimo, segundo nossos amigos. Eles ficaram apavorados achando que tinha acontecido alguma coisa de terrível.

Nós, brasileiros, achamos normal que, diante de tamanho aglomerado de gente, a polícia ficasse alerta e ostentasse sua presença.
Enfim, foram muuuuitos carros mesmo. Até nós, começamos a nos preocupar.

Finalmente, decidimos ir para casa e, então, da Wortley Village, bem próximo à nossa casa, pudemos assistir ao monumental espetáculo dos fogos de artifício. E comemoramos, de dentro do carro, os 150 anos da independência do Canadá.

Desde então, temos dado gargalhadas ao lembrarmos daquela noite. 

Nossos amigos canadenses imaginaram como contaríamos essa história a quem nos perguntasse: “O que vocês fizeram durante as comemorações dos 150 anos? ”

Responderíamos: “Bem, primeiro vimos o trem de carga passar na nossa frente e depois, assistimos a uma raríssima exibição de carros de polícia de London”.

Depois dessa jornada, fomos para casa rir mais um pouco e dormir porque estávamos cansados...

No dia seguinte a Zulma nos enviou uma foto muito bonita dos fogos de artifício na sua fazenda.




Até o próximo post!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Segunda vinda ao Canadá - 10 anos depois...

29 de setembro de 2017: Três meses no Canadá!

Parece incrível, mas já completamos três meses aqui no Canadá e ainda não escrevemos qualquer post neste blog.

Para quem não sabe ainda, este blog nasceu em 2007 quando o Iuri e eu viemos, pela primeira vez para London – Ontário. Naquela ocasião o Iuri estava fazendo o seu sanduíche de doutorado e queríamos ter um meio de manter nossos familiares e amigos informados sobre nossos dias nesta terra distante.

Todas as nossas postagens sobre o Canadá de então, estão neste blog em 2007 e janeiro de 2008. Infelizmente, os álbuns de fotos foram perdidos com a extinção do “picasa” (temos as fotos avulsas, mas os álbuns correspondentes a cada postagem, não existem mais.
10 anos depois, voltamos para a mesma cidade, onde o Iuri está fazendo algumas pesquisas para o seu pós-doutorado.
A verdade é que o tempo voa!

Vou contar um pouco do início desta jornada porque escrever tudo num só post, seria desgastante para nossos leitores.

Na noite de 27 de junho de 2017, Iuri aplicou prova a seus alunos na Unisinos/SL, calculou e lançou as notas no sistema e rumou para Porto Alegre, onde meus filhos, noras e eu já o esperávamos para um jantar de despedida no “Joe and Leos” do Bourbon Country. Para esse jantar, utilizamos os vouchers do programa “MasterCard Surpreenda”, em que a gente paga um e leva dois. Funcionou bem!
Nosso jantar de despedida - Porto Alegre, RS - Brasil

Após o jantar, meu filho Douglas e nora Flávia nos deixaram no hotel próximo ao aeroporto e foram para sua casa, levando o Jack – nosso Ford Focus – que ficará sob seus cuidados até o nosso retorno.

Às 3h30min da manhã, acordamos e fomos ao aeroporto Salgado Filho, levados pela Shuttle do hotel. Fizemos chekin e embarcamos às 6h30min, aproximadamente. O voo atrasou um pouco por causa da cerração.

Dali fomos para Lima, no Peru, onde permanecemos por, aproximadamente, 2 horas e, de lá, voamos para o México.
 Aeroporto de Lima - Peru

Como ficaríamos umas 7 horas no México, Iuri fez uma reserva num dos hotéis localizados dentro do aeroporto (conseguiu fazer a reserva com pontos do seu cartão de crédito) e conseguimos descansar e tomar um bom banho antes de seguir a viagem para Toronto, no Canadá.

Imagino que vocês devam estar pensando: Porto-Alegre/Lima/México/Toronto! Que viagem estranha. Bem, como todos os brasileiros podem imaginar, é claro que o preço dessa viagem compensou todas essas paradas. E, francamente, faríamos o mesmo trajeto novamente pois a viagem se tornou bem menos cansativa porque tivemos a oportunidade de parar, descansar e até tomar banho durante o caminho.

Em 2007, saímos de Porto Alegre para São Paulo e, de lá, tivemos umas 10 horas direto, dentro do avião para Toronto. Chega um momento em que a gente não consegue mais dormir, nem levantar porque sempre há avisos de ficar com os cintos afivelados. Além disso, se a gente não está sentado na poltrona do corredor, tem que incomodar quem está ali cada vez que precisa levantar e esticar as costas e as pernas.


 
Nossa espera no aeroporto do México

Antes de deixarmos o aeroporto do México, jantamos num restaurante – o que foi muito bom porque no vôo teríamos que pagar o lanche, além do que, seria muito tarde. Nosso vôo partiu, mais ou menos, à meia noite (tem alguns fusos horários pelo caminho) e pousou em Toronto, às 5h30min (no Brasil eram 6h30min), ou seja, foram 24 horas desde nossa partida de Porto Alegre até a aterrisagem no Canadá.

Bem, ainda faltava o último trecho, uns 100 km até nosso destino: London. Tínhamos três opções: avião, trem, ou ônibus. Como já tivéramos a experiência de ir de avião, em 2007 e também já tínhamos feito a viagem de trem, naquele mesmo ano, optamos pelo ônibus que, além de muito mais confortável, também era mais barato.
Aproximadamente um mês antes da nossa viagem, nós compramos passagens de ônibus da Greyhound (https://www.greyhound.ca/) que nos apanhou no aeroporto de Toronto e nos deixou em London. 
Como nosso ônibus só chegaria às 11 horas, aproveitamos o tempo para tomar o café do “Tim Hortons” – uma rede canadense de cafeterias – extremamente apreciada por aqui. Estávamos com saudades do Timmys (como é, carinhosamente chamado pelos canadenses). Alguns dias depois, descobri que o Tim Hortons foi comprado há uns 6 anos, pelo grande grupo de investidores brasileiros 3G... Bem, apesar disso, o Tim Hortons continua funcionando só no Canadá e ainda é considerado, genuinamente, Canadense.

Foto do Iuri na fila do Tim Hortons no aeroporto 
de Toronto.









Foto do nosso primeiro café no Tim Hortons.


Às 11 horas da manhã nosso ônibus chegou ao aeroporto e embarcamos para nosso destino tão esperado: London – Ontário – Canadá.

Nosso ônibus de Toronto para London

Eu dormi quase a viagem toda e, como tinha wifii no ônibus, o Iuri aproveitou para atualizar seus e-mails com alunos e colegas da Unisinos.

Em torno de 14h30min, chegamos a nossa querida London, onde nossos amigos Zenon e Mary-Anne nos esperavam com aqueles braços abertos e sorrisos largos. Foi um momento de grande emoção.

Colocamos as malas e outras bagagens no porta-malas da camionete e eles nos levaram para nossa primeira morada desta temporada: 64 Duchees Av. (Em outro post eu conto porque falo em primeira morada – hehehehe).

Como eles foram nossos “Land-Lord e Land-Ladye” (proprietários das casas onde moramos em 2007), a Mary-Anne deu boas referências ao nosso atual land-lord e apanhou as chaves com ele.

Fachada da nossa casa

Quando desembarcamos na nossa linda casa, nossos amigos descarregaram algumas sacolas com compras de supermercado e uma grande pizza para nossas “boas-vindas”.
Comemos a pizza juntos, tomamos um chá e eles nos deixaram para arrumar a casa.

Chazinho depois da pizza no nosso novo lar em London

À tardinha, voltaram para nos apanhar e fomos até a sua casa comer um salmão assado com vegetais no vapor.

Por hoje é só. Nos próximos posts, vou contar como está sendo nossa estada por aqui. 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Meu dia na Conferência _ Espiritualidade no ambiente de trabalho

Na sexta-feira, dia 05 de agosto, começou a Conferência Anual do Academy of Management e, obviamente, o Iuri foi participar. Eu aproveitei para colocar alguns trabalhos em dia, no meu computador. Nosso apartamento no Peackoc Suites tem internet free e é possível acessar e-mails, facebook, skype, enfim... Tentei assistir à abertura das Olimpíadas, mas só consegui quando as delegações já estavem entrando e sendo apresentadas.
Como o Iuri é participante, conseguiu um crachá de visitante para mim, assim, eu poderia assistir às apresentações e painés do meu interesse, sem, no entanto, obter o certificado.
Então, no sábado eu fui ao Anaheim Convention Center para assistir a duas palestras que me interessaram bastante, ambas abordando o tema "espiritualidade no ambiente de trabalho".  Foto à direita.

Sou católica e me considero uma pessoa espiritualizada e, há vários anos, tive contato com o tema espiritualidade nas organizações, quando eu ainda era coordenadora de trabalhos de conclusão na FACCAT. Além disso, como sou coach pessoal e profissional e ajudo líderes a obterem melhores resultados na gestão de suas equipes, esse é um tema que despertou meu interesse no evento.
A primeira sessão que eu assisti, foi às 10h15 da manhã foi: Developing a Workplace Spirituality Skill Set - Desenvolvendo um ambiente com competências de espiritualidade. Foram 3 painelistas e cada um falou de suas pesquisas na área. Um deles falou que para se alcançar um clima de espiritualidade no ambiente de trabalho é preciso que desenvolvamos a capacidade de ter e promover 1-boas conversas, 2-bons pensamentos" e 3-sermos bons.
Outro painelista falou da importância do "não julgamento" e apontou 4 perguntas que devem ser feitas sempre que nos sentirmos mal em relação a algo que o outro nos disse ou fez. As 4 perguntas são: 1-Isso é verdade? 2- Você consegue ter certeza absoluta de que isso é verdade? 3- Como você reage, o que acontece quando você acredita que isso seja verdade? 4- Como você se sentiria sem essa crença de que isso é verdade?
O painelista fez um exercício que pretendo replicar nas minhas sessões de coaching com meus coachees para ajudá-los a desfazer-se de crenças limitantes.Ver foto abaixo.


O terceiro painelista não trouxe grandes contribuições já que estava substituindo a pesquisadora Carole L. Jurkiewicz que falaria sobre suas experiências. Vou tentar acessar sua pesquisa sobre o Mapa de Caracteristicas - forças e virtudes para entender melhor como ela trabalha.

A sessão das 13 horas teve como título: Workplace Spirituall Facilitati, ou Condicões para um ambiente de trabalho espiritualizado. Foram 5 painelistas: uma oriental, um indiano, um judeu e duas cristãs. Suas apresentações foram encantadoras, cada um contando um pouco de suas próprias experiências com a religiosidade e suas práticas nas organizações.
Uma das painelistas contou que é filha de pai ateu e, portanto, jamais conviveu com qualquer religião até seus 25 anos de idade, quando começou a trabalhar numa universidade cristã e se converteu.
A segunda painelista é professora de empreendedorismo numa universidade onde a prioridade é ensinar seus alunos a serem melhores pessoas e a deixarem seus legados para o mundo. Sua experiência de conversão é muito interessante, ela não tinha fé em Deus. Numa determinada época de sua vida, ela passou por momentos ruins e um de seus alunos disse que rezaria por ela. Na semana seguinte ela soube que uma igreja inteira rezou por ela e ela não tinha ideia de quem eram essas pessoas. Foi assim que ela se converteu.
A terceira painelista pesquisou inúmeros líderes religiosos nos Estados Unidos, desde os "Shama", budistas, padres e pastores das diversas denominações evangélicas. Sua pergunta principal era: "Em que circunstâncias, políticos e empresáros procuram seus conselhos?" As respostas vão desde: "Eu devo ou não concorrer a esse cargo?" até "Como eu devo proceder para ganhar mais dinheiro?".
Os painelistas indiano e judeu falaram da importância de se respeitar os diversos credos, já que, cada vez mais, os negócios são realizados internacionalmente e com uma diversidade expressiva de religiões.
O painelista judeu terminou com uma pergunta à plateia: "Qual é a Graça deste momento?" Segundo ele, sempre devemos nos fazer essa pergunta, pois, cada evento, cada situação deve ter um propósito, ou um sentido.
Enfim, lembrei do que a minha mãe sempre diz: "Tudo o que eu sei é que devemos ser muito bons nesta vida". Sábias palavras, com certeza.