quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

07 e 08 de outubro – mais um lindo fim de semana em London





Na manhã de sábado, 07 de outubro, acordamos e assistimos ao jornal nacional de sexta-feira, pelo youtube, com um chimarrão amigo!



O primeiro churrasco no nosso quiosque

 
Encontramos, no Costco, um corte de carne conhecido nosso: o vazio.


Nós pedíramos permissão para trazer a nossa churrasqueira de carvão para o prédio, mas não conseguimos.

Decidimos deixar a frescura de ter que assar carne com carvão e aderimos à churrasqueira canadense, com gás propano.

A churrasqueira está disponível no espaço de convivência do prédio, nos fundos do pátio, como eu já mostrei em outro post.



Levamos todos os apetrechos para o pátio – vou chama-lo de quiosque – e o Iuri começou o processo.

Eu usei a nossa toalha de mesa quadriculada – de piquenique – e depois de pronta a carne e o milho verde, apreciamos ali mesmo, o nosso almoço.



Claro que não faltou a cerveja canadense!!!

O Coves Path

Depois do almoço, fomos dar uma caminhada num caminho que eu tinha visto outro dia e que fica a uns 500 metros do nosso prédio.

O Coves Path é um caminho de preservação ambiental, com algumas regras expostas logo na sua entrada.




Andamos por um tempo por esse caminho e ficamos encantados com o colorido que o outono proporciona às paisagens canadenses.



Saímos do outro lado do caminho, numa outra rua e, novamente, entramos no Coves por outra entrada. Descobrimos que essa área tem vários caminhos entre as ruas do bairro. 

 Foto panorâmica mostrando as bifurcações do Coves

Por fim, saímos na Wahrncliefe e voltamos para a nossa Base Line até o nosso prédio. Foi mais de uma hora de caminhada muito iluminada e colorida.


O Domingo

É claro que depois de tantas coisas boas acontecendo, domingo foi, novamente, dia de ir à St. Peters para agradecer e louvar ao Senhor.


Festival James Bond no Grand Theater





Apesar de outubro ter me trazido as más notícias de que não poderia abrir minha empresa, por ser residente temporária e ter um visto de trabalho e de não poder integrar o grupo dos coaches porque não tinha a certificação ICF, o mês trouxe surpresas maravilhosas.

Ganhamos ingressos para assistir ao espetáculo musical: James Bond, no Grand Theater no centro de London. 

A Zulma e o Eddie tinham comprado os ingressos, mas, como não conseguiriam ir,  resolveram nos presentear.

Na noite de 06 de outubro, o Iuri e eu fomos juntos ao belo teatro (aquele que eu disse que parecia com o Teatro São Pedro, de Porto Alegre).


Na frente do teatro


É claro que tivemos que tomar um ônibus para irmos ao centro, afinal, não era fim de semana e não podíamos alugar um carro - risos.

 Nós dois arrumadíssimos, dentro do ônibus

Tínhamos lugares reservados, ao lado do corredor, numa das últimas filas do teatro. Como o ambiente não é muito grande, nossa visão seria ótima.

Na verdade, eu fui privilegiada com a vista do palco, mas o Iuri teve que ficar se movendo atrás de um cara enorme que sentou à sua frente. Risos.

Vista que o Iuri tinha - ainda bem que conseguia ouvir as músicas - he-he

O cenário era lindíssimo, com um fundo que parecia um céu estrelado e o espetáculo, de arrepiar...


 Antes de cada música, um dos músicos contava um pouco da história do filme a que a próxima música se referia.



Era uma orquestra excelente, com dois intérpretes fantásticos: um homem e uma mulher.

Ele interpretava várias vozes masculinas, nas diversas músicas de filmes do 007.
Ela interpretava, com maestria, as músicas com vozes femininas, como a minha preferida: Gold finger.

Mas eu tive que esperar até o show terminar e a plateia levantar para aplaudir o espetáculo, para ouvir, finalmente, a tão esperada música.

Gold finger encerrou, com chave de ouro, o espetáculo MARAVILHOSO!


Simplesmente, perfeito!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Coaching e outras misturas


Alguns dias antes de ser demitida do grupo do co-active coaching, recebi deles, dois e-mails comunicando que haveria, na cidade, dois cursos importantíssimos para quem trabalha como coach:

1)  um era ligado à hipnose e análise da alma com alguma orientação espiritual;
2) o outro era um curso de tarô.

Eu comecei a lembrar que muita gente confundE coaching com magia e charlatanismo e comecei até a considerar meu reposicionamento profissional.

Encontrei uma Nara Müller, coach gaúcha que trabalha com um tal de EFT e pensei: "puxa, até meu nome eu tenho que mudar" - risos. 

Passei a usar meu nome completo: Nara Maria Müller, para me diferenciar e troquei meu perfil para consultora organizacional e coach executiva.

Até escrevi um texto que também foi publicado pelo Hit Radar: https://www.hitradar.com.br/carreira/coaching-nao-e-magica/ 

Não tenho nada contra o uso de outras técnicas, mas não as utilizo. Portanto, não quero que as pessoas confundam o processo consciente de transformação pessoal e profissional, com magia.