terça-feira, 26 de dezembro de 2017
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Home office
Quando a neve está muito forte e não temos compromissos fora, tanto o Iuri como eu preferimos trabalhar de casa.
O Zenon nos emprestou uma bancada e a colocamos ao lado da escrivaninha que já tínhamos no apartamento.
O Iuri teve reunião com seus pares na universidade, na quarta-feira. Em geral, suas reuniões presenciais acontecem uma ou duas vezes por semana e ele consegue, pelo menos em dias muito frios, trabalhar de casa.
A rotina do Iuri começa pelas 5 horas da manhã, mas a minha é lá pelas 8h30min - risos.
Na sexta-feira, dia 15 de dezembro, eu tinha reunião por Skype, com a minha equipe da Câmara de Ensino do CRA-RS.
Nossas reuniões ordinárias são às 11 horas, mas, com o fuso horário modificado, para mim, são 8 horas da manhã. Tenho que "madrugar" nesses dias - risos.
Nosso escritório doméstico tem uma vista encatadora, tanto no verão, no outono, quanto no inverno. Fiz uma foto da paisagem da nossa janela, enquanto o Iuri trabalhava em seu computador.
Às 8 horas, meus colegas e eu conectamos e começamos a última reunião do ano. Eles almoçando e eu tomando meu café da manhã.
Há algum tempo eu escrevi um artigo para a minha coluna de carreira no Hit Radar, sobre home office. E posso dizer que, para nós, funciona maravilhosamente bem.
Como eu já disse, o Iuri precisa tomar dois ônibus para chegar à universidade e para voltar para casa. Isso toma 2 horas de seu tempo diário de trabalho.
É importante ir à universidade para conversar com os colegas, compartilhar ideias, mas, em dias de nevasca, o melhor mesmo é ficar em casa e trabalhar daqui mesmo.
O Iuri consegue acessar seus arquivos e a biblioteca da universidade, de forma online. Então, tudo fica mais fácil.
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Nara
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Saindo em dia de neve
Lá fora estava - 13º C (pelo menos a sensação térmica marcada no meu Weather Channel, era essa) e, dentro de casa, estávamos com uns 25º C.
Essa é uma das dificuldades: se vestir e calçar para sair quando está nevando, ou quando está muito frio na rua. A gente precisa colocar "camadas", parafraseando o Shrack e, enquanto estamos dentro de casa, isso é quase insuportável de quente.
Mas se não o fizermos, congelamos na rua. Quem tem carro próprio, aqui no Canadá, não sofre tanto porque a caminhada da porta de casa até o carro é muito rápida e não chega a esfriar o corpo. A não ser quando a neve cobriu o carro e o chão e é preciso limpá-los antes de dar a partida... Isso pode não ser muito fácil.
Mas, para quem depende de ônibus e precisa esperar até 10 minutos na parada, de vez em quando, é de chorar de frio se não estiver bem agasalhado.
Muita gente me pergunta sobre isso, então resolvi fazer um vídeo caseiro antes de sair de casa nesse dia 13 de dezembro.
Ao caminhar até a parada, que fica na esquina do nosso prédio, fiquei um puco confusa, pois nossa calçada ainda não tinha sido limpa pela prefeitura.
Então, eu tinha duas opções: 1) enterrar os pés até metade das canelas, na neve; 2) caminhar na beira da rua até a parada.
Como minhas botas são quentes, mas não são à prova de umidade, decidi ir pela beira da rua. Vinha um carro na direção contrária e o motorista parou para que eu passasse. A gente até fica sem graça com tanta educação por parte dos canadenses...
Na parada havia um pequeno espaço limpo para que as pessoas pudessem esperar pelo ônibus, de forma segura. Também fiz um vídeo mostrando um pouco disso tudo.
Tirando alguns inconvenientes, a neve é linda, encantadora e faz a paisagem parecer que é sempre Natal.
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Nara
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Ideias no Innovation Works
Segunda-feira a Simone me mandou uma mensagem dizendo que gostou muito da “minha energia” e que gostaria de me reencontrar para compartilhar algumas ideias.
Na festa a Simone me disse que estava procurando um lugar para fazer trabalho voluntário e tinha pensado em procurar uma ONG chamada “Boys and Girls”. Essa ONG é parecida com a Big Sisters of London, onde eu fui voluntária há 10 anos. Para ser voluntária em lugares que trabalham com crianças e adolescentes, é preciso preencher certos requisitos que podem demorar um pouco, como obter o atestado de antecedentes criminais no Brasil.
Simone é formada em Turismo, com MBA na Fundação Getúlio Vargas - FGV, de São Paulo e está tentando se inscrever numa graduação na área de Administração, na Western University. Infelizmente, muitos dos nossos cursos não são reconhecidos aqui no Canadá e é preciso fazer algumas adaptações para validá-los.
Eu sugeri que ela procurasse fazer seu trabalho voluntário na Pillar Nonprofit, dentro do Innovation Works.
Então, na quarta-feira, dia 13 de dezembro, nós nos encontramos lá no Innovation Works, às 11 horas da manhã.
Na entrada desse espaço co-working há uma cafeteria do Edgar & Joes e aproveitamos para almoçar por ali mesmo.
Ela falou sobre alguns brasileiros que conhece aqui em London e eu falei sobre outros.
Chegamos à conclusão de que há mais brasileiros do que imaginamos e conhecemos. E uma pergunta saltou às nossas mentes: “Por que os brasileiros não aparecem? Muitos brasileiros estão ajudando a desenvolver London e o Canadá, em geral, através de suas pesquisas, de seus voluntariados, de seus trabalhos.
Daí acendeu a lâmpada das ideias - deve ter sido influência desse lugar mágico que é o Innovation Works.
"A gente podia entrevistar esses brasileiros que já estão aqui há algum tempo e que prestam importantes contribuições ao desenvolvimento de London".
Eu falei para a Simone que o pessoal da “London Inc Magazine” tem sua sede ali mesmo, no Innovation Works e que poderíamos conversar com o editor e propor-lhe uma coluna sobre o tema: “A contribuição dos brasileiros para o desenvolvimento de London”.
Antes de nos despedirmos, eu a convidei para conhecer o espaço co-working, propriamente dito e tiramos umas fotos.
Eu vi a Megan e apresentei a Simone para ela. Megan me disse que era seu último dia na Pillar e que tinha sido contratada por outra empresa, também loalizada no Innovation Works. Que bom que vamos continuar a nos ver. A Megan é super motivada e divertida.
Em seguida, eu vi o Andrew - outro gestor da Pillar - e fomos até onde ele estava. Apresentei a Simone e a nossa ideia.
Ligamos para o Gord, mas ele não atendeu à nossa ligação.
Já na saída do Innovation Works, eu vi Julie Forrester, outra gestora da Pillar e tratei de apresentar-lhe a Simone.
Na verdade, eu já a tinha apresentado à Julie, por e-mail e ela comentou que ficara muito feliz e que ainda não tivera tempo de responder minha mensagem. Fim de ano é igual em todos os lugares do mundo...
Saímos empolgadas no nosso primeiro encontro e seguimos nosso caminho para as respectivas paradas de ônibus. Combinamos que, cada uma faria contato com os "seus" brasileiros e que enviaríamos um e-mail para o Gord da revista de London.
No dia seguinte eu falei sobre o projeto com a Zulma e ela também achou super interessante. Já fiz contato com a tal Bianca Lopes (cujo perfil é impressionante) e com o Gord, mas estes dois últimos ainda não responderam. A Bianca, pelo menos, me aceitou no LinkedIn... Vamos esperar 2018!
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Nara
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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
Festa de Natal com as brasileiras de London
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Nara
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
10 de dezembro – a grande nevasca
Aproveitamos para almoçar no nosso Mc Donalds predileto, na Dundas St. do outro lado do Mall.
Dali, fomos para casa retornar às pesquisas. Porque dia 11 é segunda-feira e o Iuri teria reunião com seus pares na universidade.
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Nara
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