terça-feira, 9 de março de 2010

Pão Integral na Panificadora

ATUALIZAÇÃO: havia esquecido de colocar um item nos ingredientes: a manteiga. Já corrigi.

Temos uma panificadora. Acho até que a Nara já escreveu a respeito em outro post. Mas eu não conseguia me acertar com a receita de pão integral que veio com a máquina. Ficava sempre um buraco no topo do pão, que não afetava o gosto, mas dava uma impressão terrível. Fui mexendo na formulação, incluindo uma coisa, trocando outra, até que cheguei em uma receita que funciona. Neste final de semana, minha mãe me pediu a receita, e então me dei conta que eu não tenho ela escrita. Resolvi postar aqui no blog para ficar registrado. Pode ser de interesse geral (certamente, não tanto quanto a famosa receita de torta de bolacha da Nara).

Pão Integral na Máquina:

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 2 colheres de chá de sal grosso
  • 1 ovo
  • 1 colher de sopa (20g) de manteiga (prefiro) ou margarina culinária
  • 250 ml de leite integral
  • 250 ml de farinha refinada
  • 500 ml de farinha integral (eu uso a PanFácil)
  • 2 colheres de chá de fermento biológico seco
  • 50 ml de gergelim
  • 50 ml de linhaça preta inteira
  • 50 ml de farinha de linhaça dourada

Modo de Preparo:

Colocar os ingredientes, nesta ordem (até o fermento, inclusive) na forma da panificadora. Ligar em modo rápido (2h e 20min), cor clara. Eu só misturo os "alpistes" (gergelim e linhaças) depois de acertar a umidade da massa, que deve ficar uma bola, nem muito mole que desmanche nem muito dura que fique "quadrada". Vai fazer outra coisa e deixa o pão ficar pronto. Quando apita, eu abro a panificadora, desligo da tomada e conto 5 min. antes de desenformar.

Fica bonito, mas o pão fatia melhor depois de frio. Além do quê, se cortar com ele quente ele dura menos tempo (as pessoas comem mais - fica MUITO bom!).

* * *

Eu evito usar a mistura pronta para pão integral. Parece ter algum tipo de melhorador que deixa o pão no formato perfeito, mas com cheiro de pão industrializado.

* * *

Um pequeno comentário sobre o sal grosso: segundo o Istvan Wessel, deve-se procurar sempre que possível usar sal grosso e pimenta do reino moída na hora. Quanto ao primeiro, ao sal refinado são adicionados químicos para que fique soltinho. E quanto à última, em pimenta moída, só duas entidades sabem o que está lá dentro: o fabricante e Deus.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Novas mudanças em nossas vidas

Hoje vou contar um pouco sobre as mudanças recentes ocorridas nas nossas vidas. Como empreendedores que somos, o Iuri e eu radicalizamos, desta vez. Ele foi contratado para trabalhar nos programas de mestrado e pesquisa da Universidade de Caxias do Sul e eu estou coordenando dois cursos na Faculdade de Integração do Ensino Superior do Cone Sul - FISUL, de Garibaldi : Gestão Comercial e Gestão de Recursos Humanos.

Alugamos um apartamento em Garibaldi, na frente da FISUL (foto à esquerda) porque no inverno seria difícil me deslocar até meu trabalho - hehe.

Eu comecei a trabalhar na FISUL no dia 11 de fevereiro e o Iuri teve sua primeira reunião na UCS, no dia 26 de fevereiro. Estamos adorando nosso novo lar e nossos novos trabalhos.

Nossa mudança chegou sábado passado, dia 20 de fevereiro e meus pais vieram conosco para ajudar a acomodar as coisas.

Vejam, na foto à esquerda, como eles já estavam cansados de olhar o pessoal da mudança descarregar o caminhão - hehe.

Brincadeiras à parte, eles trabalharam muuuuito depois disso, ajudando a instalar nossas máquinas, limpar armários e guardar roupas e louças.
















quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Pão feito em casa

De uns tempos para cá, nós entramos numas de só comer pão integral, feito pelo Iuri, na nossa maravilhosa panificadora.
Na semana passada, nós compramos um novo jogo americano para nossa cozinha, com motivos muito apetitosos (pães baguetes, ovos, pimentões...). Cada vez que eu ia tomar café da manhã, com o novo jogo americano, eu exlamava: "Que vontade de comer um pão francês".
O Iuri, cansado de ouvir os apelos, procurou a receita de pão francês da panificadora e usou o equipamento, apenas para misturar a massa e deixá-la crescer, sem assar.
Retirou a massa crescida da panificadora, formatou os pãezinhos
e assou no forno elétrico.

Olhem só a foto dos pães em cima da cobertura de mesa... mmmmmm!
Ficaram uma delícia!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Google Earth e as Mudanças Climáticas

O Google desenvolveu uma ferramenta de visualização da Terra, o Google Earth. Ela, por si, já é uma ferramenta interessante. Mas existem umas "adições" que fazem ela ainda mais útil.

Com a chegada da COP15, a Conferência de Copenhagen de 2009 sobre as mudanças climáticas, o Google e a CNN liberaram uma série de vídeos e "downloads" com roteiros para o Google Earth. Quem quiser conhecer mais, é só acessar a página: http://www.google.com.br/intl/pt-BR/landing/cop15/

domingo, 29 de novembro de 2009

Bifão e Legumes Refogados

Hoje almoçamos só nós dois aqui em casa. Isto é um evento meio raro, uma vez que sempre estamos com alguém ou saindo para almoçar em algum lugar aos domingos.

Como costuma acontecer nestes momentos, eu fiz um experimento em minha cobaia de laboratório preferida: a Nara.

Comprei o seguinte:
  • 1 kg de coxão de dentro (ou coxão mole)
  • 2 cebolas médias
  • 1 beringela
  • 1 abobrinha italiana
  • 1 pimentão vermelho

Pedi para cortar a carne como um gordo bife, estilo barbacue americano, e temperei só com sal fino e pimenta do reino. Bati (ou tentei bater) como se fosse um bife normal. Isto deu uma amaciada extra na carne, mas não recomendo o procedimento. Mesmo eu tomando o cuidado de secar o sangue com papel toalha, o pedaço era muito grosso, uns 3 cms, o que fez com que pedaços pequenos de carne saltassem por toda a cozinha. Talvez seja possível ter maciez semelhante sem precisar bater.

Cortei os legumes todos previamente, coloquei em potes de vidro e fui para a beira da churrasqueira. Usei o disco de arado, que já estava bem quente e com uma ou duas colheres de óleo dentro. Primeiro refoguei a cebola, e tirei, deixando o equivalente a meia cebola no disco. Coloquei uma colher de óleo a mais e larguei aquele bifão para fritar. Selei dos dois lados e fui virando. Depois puxei para um canto do disco e fritei a beringela e a abobrinha, com mais metade de uma cebola (tirei do refogado). Quando este legumes estavam macios, eu coloquei o pimentão e dei mais um tempo (curto), apenas para amolecer um pouco. Retirei tudo e levei para a mesa.

Como a Nara gosta da carne mais bem passada do que eu, fui "lascando" aquele bifão e trazendo de volta para o disco, para dar uma terminada. Ficou bem macio e saboroso, e cada um comeu a carne como mais lhe apraz (eu prefiro ao ponto). De acompanhamento, apenas a salada de legumes.

Sobrou mais da metade. Pelas nossas contas, comem 4 pessoas (talvez fosse necessário fazer um arroz para guarnição). Almoço rápido, fácil e barato.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

1º Encontro da Família Theves

Minha mãe tem o sobrenome Theves, que tem outras variações, como: Thewes e Dewes. Meus avós maternos, Albino e Maria Theves, tiveram 7 filhos: Reinaldo, Anildo, Bernardo, Iva, Elly (minha mãe), Amélia e Helga.


Todos nasceram num lugar paradisíaco, chamado Maragata (no interior de São Francisco de Paula). Apesar de pertencer a São Chico, a localidade de Maragata tem uma relação muito mais próxima a Rolante, considerando o acesso físico, principalmente.
Minha mãe e a tia Amélia saíram da Maragata ainda solteiras, minha mãe veio para Taquara e minha tia foi para Novo Hamburgo. O tio Bernardo contraiu uma doença e faleceu aos 20 anos de idade (não o conheci). Mais tarde, minhas tias Helga e Iva e o tio Reinaldo saíram da Maragata, acompanhados de seus cônjuges e seguindo seus filhos que já tinham deixado a "colônia", em busca dos empregos nas fábricas de sapatos (Igrejinha e Rolante).



Desde então, os encontros da família Theves se resumiram a casamentos e velórios, e, ainda assim, não conseguíamos reunir todo mundo. Num desses momentos, surgiu a ideia de realizar o primeiro encontro da família Theves - dos descendentes de Albino e Maria.

Foi um planejamento de, aproximadamente três meses, ficando um representante de cada núcleo familiar, responsável por convidar os demais componentes.

Ontem, dia 1º de novembro, de 2009, realizamos o Encontro da Família de Albino e Maria Theves. Onde? Na sociedade de canto da Maragata, que está sendo totalmente reformada.

Tivemos a participação de 130 pessoas - 4 filhas do casal, 2 genros, 1 nora, muitos netos, bisnetos e tataraneta.


Fizemos cadastramento de todos os participantes para elaborrmos a árvore genealógica da família. Na foto inicial, aparecemos eu e minha prima Silvia fazendo o cadastramento e distribuindo os crachás. Meu pai está ao meu lado.

Na foto ao lado, uma parcial das mesas durante o almoço. A segunda foto mostra minha mãe - de blusa preta (a terceira, à esquerda), na hora do almoço. Na foto acima, minha nora Flávia, meus filhos Douglas e Lucas e, ao centro, meu marido Iuri.

Por enquanto é isso... Mais adiante eu contarei mais sobre a festa.



















sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Coleta de Alimentos

A imagem que ilustra este post saiu no Jornal NH, de Novo Hamburgo, no dia 28/10/2009. Nele, aparece a Nara (é a sétima cabeça da esquerda para a direita, sorrindo como sempre) e nossos clubes de Rotary e Rotaract*.

Fizemos uma coleta neste final de semana, dia 24 e 25, para ajudar os flagelados das enchentes recentes em Taquara. Foram 575 kg de alimentos, roupas e móveis usados. Muito bom: tivemos apoio da Igreja (os padres divulgaram nas missas que o faríamos) e da mídia local (rádio Taquara AM, 91.1 FM, Jornal Panorama, TCA, etc.). As pessoas mostraram bastante solidariedade e foi ótimo.

Como eu estava "atolado" de trabalho neste final de semana, e meu problema do ombro esquerdo não me permite fazer muita força, eu participei fazendo panfletagem no sábado de manhã na loja do Rissul, um supermercado com uns 15 checkouts, no centro da cidade. Foi muito bacana. Minha estratégia foi simples: eu tinha um papelzinho com os dados de contato e quem estava promovendo o evento. Olhava para as pessoas que entravam no mercado e dizia "Bom dia!" ... depois "Estamos coletando alimentos. Se o sr./sra. puderem contribuir na saída..." e entregava o papel. Eu e meu colega coletamos um carrinho de supermercado no nosso turno. Para quem nunca tinha feito isto antes e estava extremamente constrangido de fazê-lo, acho que foi muito bom.

Ajudou muito, claro, o fato de que Taquara é uma comunidade menor, com um grau de escolarização razoavelmente bom, e as pessoas parecem ser mais "humanas" em centros urbanos menores. Pensava que se eu estivesse fazendo isto em Porto Alegre ou São Paulo, talvez tivesse ouvido poucas e boas, tivesse visto muita cara feia, etc. Morar em Taquara tem uma série de vantagens...



* O Rotaract é um clube para jovens de 18 a 30 anos, e o Rotary é um clube para jovens de 30 a 90 anos. Ambos fazem parte da mesma "família rotária", cujo principal objetivo é fazer o bem ao próximo.

sábado, 3 de outubro de 2009

Nasceu o Bernardo

Hoje, às 4h56min da manhã, recebemos um torpedo do meu irmão Miguel, que mora no Rio de Janeiro, dizendo: "Rompeu a bolsa faz uma hora! Tô tentando voltar de SP e chegar a tempo."
Ele estava numa convenção da empresa, em São Paulo, enquando a Daniela, minha cunhada, estava em casa, no Rio, na companhia de sua mãe. Estava tudo combinado, o Miguel voltaria ao Rio neste domingo, dia 04, às 20 horas, quando meus pais, já deveriam ter chegado do Rio Grande do Sul, preparando a recepção do Bernardo. Mas o Bernardo resolveu vir antes, eles sempre decidem quando será a hora certa...
Às 7h40min, recebemos o segundo torpedo do Miguel, dizendo: "Acabei de chegar no Rio. Vou para o hospital. Mando news."
Depois dessa mensagem, ficou aquele silêncio até às 12h53min, quando meu pai me ligou radiante porque tinha notícias do nascimento do seu quarto neto.
Então, pelas 16 horas, recebi um fototorpedo, enviada pelo Miguel. Baixei a foto e decidi compartilhar essa linda história: o nascimento do Bernardo.
Amanhã meus pais embarcarão ao Rio, cumprindo o roteiro previsto anteriormente , mas, em vez de recepcionar o Bernardo, serão recepcionados pelo netinho.
Que Deus ilumine esse menino, seus pais - Mig e Dani - e toda a nossa família!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Na trave

"Na trave", me disse o Kleber Figueiredo, que é o coordenador da área de Gestão de Operações e Logística da ANPAD, a Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração. Ele bateu no meu ombro e disse isso quando meu artigo não recebeu o prêmio de melhor artigo da divisão. Na verdade, eu nem sabia que estava indicado até chegar lá e todo mundo ficar me cumprimentando. Foram 183 artigos submetidos para a nossa divisão, dos quais uns 60 foram selecionados para apresentação. Deles, 3 foram indicados a prêmio. No fim, não levei o prêmio, mas cheguei bem perto. Na trave, como disse o Kleber.

Apesar de ter ficado triste - claro, eu queria ganhar o prêmio! - eu achei justa a escolha. O artigo premiado era muito bom. Eu assisti a apresentação da primeira autora e li o artigo (ela estava sentada ao meu lado na sala, com o artigo na mão).

O EnANPAD (Encontro Anual da ANPAD) é o maior congresso científico em Administração do país. Neste ano, foram submetidos mais de 3700 artigos, e aprovados apenas 900. Na nossa área, uma taxa de aceitação de 30% é um excelente indicador. Significa que não é só mandar e ser aceito. O encontro deste ano foi em São Paulo, capital, e ficamos no Hotel Transamerica. Acho que a história da viagem propriamente dita deve ficar para um outro post - e talvez para um álbum do Picasa... fizemos vídeos de nossa estada.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Planejando a Internacionalização

Hoje eu participei de um primeiro encontro, nas dependências da FENAC, em Novo Hamburgo- RS, para elaboração de um Planejamento Estratégico de Internacionalização das empresas calçadistas associadas à ASSINTECAL By Brasil - Associação Brasilira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos ( http://ww3.assintecal.org.br/) . O Planejamento Estratégico está sendo realizado em parceria com a Apex-Brasil - Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (http://www.apexbrasil.com.br/) e a ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (http://www.abdi.com.br/) , através de pesquisas já realizadas por essas agências e projetos que cada uma tem a oferecer aos empresários.


Como eu coordeno o Projeto PEIEX, numa parceria entre a Apex-Brasil e a FACCAT, tive o privilégio de participar desse primeiro momento, onde fizemos a Análise SWOT e apresentamos propostas à ASSINTECAL By Brasil.
Foi muito interessante poder participar desse processo que visa buscar alternativas para problemas de competitividade das empresas do segmento couro e calçado, nesse momento tão delicado da economia mundial.

Mais adiante, quando o processo estiver mais evoluído, atualizarei as informações.

Acima, uma foto do meu grupo de trabalho e, ao, lado, foto dos representantes dos cinco grupos, durante as apresentações.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Entreveiro forte

Ganhei uma daquelas chapas de colocar na churrasqueira ("disco de arado") dos meus sogros. Este findi foi a inauguração da dita.

Estava procurando uma receita de entrevero na Internet. Achei até uma receita de entrevero de pinhão, mas não era isso.

Acabei adaptando.

Picamos em cubos (de 2cm de aresta) o seguinte:


  • 4 tomates bem maduros (600g)
  • 2 pimentões vermelhos grandes (500g)
  • 6 cebolas pequenas, cortadas em 8 partes (600g)
  • 1 abobrinha italiana (200g)
  • 1 berinjela (500g)
  • 4 batatas rosas (600g)
  • 3 pernas de linguiça fina (450g)
  • 150g de bacon (cortado em cubos menores, 5mm)
  • 850g de carne de porco com osso (deve ter ficado uns 600g, limpo)
  • 3 sobrecoxas de frango com osso(800g)
  • 500g de coxão de dentro (coxão mole)


Na chapa, larguei primeiro o bacon, a batata e a cebola. Deixei refogar e retirei.
Depois, separei em 4 partes, para servir de "base" para as carnes.
Para cada carne (linguiça, frango, porco e gado), eu largava uma parte da "base" e a carne. Depois de refogado, retirava e fazia a outra carne.
Por último, larguei os outros vegetais moles. Retirei também.
No fim, juntei tudo na chapa. Como não caberia tudo na chapa, fiz só metade e reservei a outra metade para fazer depois.

Na hora de comer, a Sofia não encarou aquela coisa colorida e de nome estranho. A sorte eram aquelas porções que estavam esperando para serem processadas. Ela se serviu de frango, apenas...

Comemos como recheio de sanduíche, em um pão francês (eu comi três pães, na verdade...)

Os demais gostaram, felizmente. Estávamos a Nara e eu, meus sogros e meu cunhado Eraldo foram convidados para a inauguração, e o Douglas, que estava se recuperando de uma conjuntivite, recebeu por "vô-entrega".

Acho que eu deveria fazer uma quantidade menor da próxima vez, se isto for possível. Pelo que sobrou desta receita, acho que comem folgado umas 15 pessoas.

domingo, 19 de julho de 2009

Pinhão na panela de pressão

Comprei uma panela de pressão... explico: a Nara morre de medo da panela de pressão, e neste tempo todo que moramos juntos, ela não deixava falar a respeito do assunto. Acho que de tanto eu encher a paciência dela, ou pelo fato de minha mãe usar direto, à anos, e não ter tido problemas, ela acabou concordando.

Primeiro "prato" a fazer na panela: pinhão. Depois de todos estes anos, não lembrava mais como fazia. Uma googlada rápida trouxe a receita, no Yahoo! Respostas:


  • 30 min na panela de pressão, sem sal (o tempo de panela de pressão é contado a partir do momento em que começa a chiar)
  • abre, coloca sal e ferve por mais 15 min
  • Guarda o que sobra na geladeira, com o caldo, e para esquentar, micro-ondas (30 seg para uma xícara de pinhões, sem caldo)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

No banco da frente

Em junho a Sofia fez dez anos. Pela lei brasileira de trânsito, ela agora pode andar no banco da frente, no carro (do carona, óbvio!).

Ela achou o máximo! E eu pensando que, de certa forma, nós pais sentimos um bocado cada passo que eles dão em direção a ser gente grande. É um sentimento misturado, de alegria por eles estarem cumprindo o caminho deles, e uma pontinha de tristeza, pois estamos perdendo o bebê, que ia no banco de trás, dormindo de mãozinha dada com o priminho (esta foto é de 2007, tirada pela minha irmã quando eu e a Nara estávamos no Canadá).

Ela disse, várias vezes, na viagem Porto Alegre-Taquara: "como é legal ir no banco da frente!". E eu, me lembrando da propaganda do Ford Fusion:



Nem todas as mulheres sonham em ir no banco da frente...

terça-feira, 26 de maio de 2009

Aniversário do Iuri / Iuri's Birthday

Domingo passado, dia 24, foi meu aniversário. Reunimos uns amigos aqui em casa (não cabem todos na foto), e fizemos uns petiscos na churrasqueira para ir beliscando, com saladas. Estavam me fazendo falta, estas festas.

Só não vieram alguns amigos por força da distância. Como temos uma rede de amigos espalhados no mundo (Canadá, EUA, Austrália) e pelo Brasilzão afora (RJ e outras paradas), nem todos puderam vir. Vou mandar o link para este post para eles verem o que perderam...

A Sofia, que estava aqui, na volta para casa de sua mãe, disse: "Pai, eu quero uma festa de aniversário, mês que vem." Boa ideia!

****

Last Sunday was my birthday. We had some friends at home and barbacued something to eat with salads. I was missing those parties.

Some friends couldn't come, mainly because they are overseas (Canada, US, Australia) or in other parts of the country (Rio). I will send them a link to this post, so they can see what they missed.

Sofia, who was here, later said that she wants a party for her birthday, next month. Great idea!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Brechó do Rotary

Entre as muitas obras sociais que o Rotary realiza, destaco, hoje, o brechó. Foi criado em 2008 e sua sede é no porão do Clube Comercial de Taquara (onde funcionava a boate do Clube, antigamente).

Esse brechó conta com o trabalho voluntário das Rotarianas, das mulheres da Casa da Amizade (esposas de rotarianos) e outras mulheres da sociedade taquarense e festá aberto todos os sábados pela manhã.

As roupas, os calçados, bijouterias, acessórios, bolsas, malas, livros e outros artigos comercializados no brechó do Rotary, são adquiridos através de doações da comunidade.

Fiquei impressionada no último sábado, quando fui visitar o brechó (para aprender a trabalhar nele), com o número de pessoas que vêm ver e comprar as mercadorias. E mais impressionada fiquei, com a qualidade das roupas e calçados que são oferecidas. Tem roupas para todos os gostos e estilos.
Com esse friozinho que está fazendo agora, acredito que amanhã vai aumentar o número de clientes. Tomara!
O dinheiro arrecadado com as vendas é todo revertido para alguma causa social e, muitas vezes, ajuda a custear algum outro evento realizado em prol da sociedade taquarense.
Vale a pena conferir!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

O Chá da Xícara

A Casa da Amizade, constituída de esposas de rotarianos, promove, desde 1998, um evento chamadao "Chá da Xícara". O evento é beneficente e o seu nome se deve ao fato de que, além de tomar um gostoso chá, com guloseimas preparadas com muito carinho e apreciarem shows e desfiles de moda, os participantes ainda levam para casa uma linda xícara, pintada à mão, como essa que eu estou segurando, na foto ao lado. Foi no chá da xícara de 2006.



No próximo dia 11 de Julho, a Casa da Amizade vai realizar o seu 12° Chá da Xícara, no Clube Comercial de Taquara. Eu, assim como todas as companheiras rotarianas e da casa da amizade, estamos oferecendo cartões para quem quiser participar.
Vejam, à direita, parte da minha coleção de xícaras. É só uma amostrinha das belas xícaras que podem ser colecionadas por pessoas de bom gosto e que apreciam ajudar ao próximo.

Neste ano, o lucro do Chá da Xícara será doado para a Embaixada Feminina de Amor ao Hospital, a fim de que possamos, em breve, ter um hospital qualificado na nossa querida Taquara.

O cartão para o Chá da Xícara custa R$ 35,00, mas o bem que ele faz à comunidade, não tem preço.
Ah! O evento é para homens e mulheres de qualquer idade.

Sou Rotariana

Eu sempre tive vontade de fazer atividades voluntárias que pudessem contribuir, de alguma forma, com a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Mas sempre parecia que não estava na hora, que eu não podia assumir tais compromissos, por conta do meu trabalho, da falta de tempo, enfim, desculpas, não faltavam. Em 2007, quando o Iuri e eu estivemos no Canadá, eu tinha tempo e, para melhorar meu inglês, fui fazer trabalho voluntário numa instituição que cuida de meninas carentes: Big Sisters of London. Foi uma experiência marcante na minha vida, guardo na memória passagens como a declaração de uma menina de 11 anos que, ao ser servida por um garçom num daqueles cafés estilo francês, exclamou: "I feel so special!" (Eu me sinto tão especial!). A emoção da menina era visível e eu me senti tão gratificada por estar ali, acompanhando aquele grupo e fazendo parte de momentos tão especiais para as meninas. Decidi que tinha que fazer alguma coisa assim quando voltasse ao Brasil.

Voltei em janeiro de 2008 e assumi tanto trabalho que não me permitia ter tempo para o voluntariado. Sentia vergonha porque meu filho mais velho - Douglas - é super dedicado às atividades voluntárias desde seus 14 anos, quando ingressou no grupo "Onda", da Igreja Católica, ajudando, mais tarde, a fundar o Interact e o Rotaract, ambos, grupos jovens ligados ao Rotary Club.

Neste ano, finalmente, por incentivo do Douglas e do meu marido, que também tem vontade de participar do Rotary, decidi aceitar o convite recebido há alguns anos, por várias integrantes do Rotary Club de Taquara.



No dia 16 de abril de 2009, aconteceu a solenidade de minha posse no Rotary Club de Taquara, e, daquele dia em diante, estou à serviço desse clube e da comunidade taquarense.

Na foto do início deste post, o Douglas está colocando o pin de Rotariana na minha roupa.
Na foto à esquerda, eu com a presidenta do Rotary Club de Taquara, Elena Weber e à direita, com a sra. Wanda Werlang, que, em 2005, foi a primeira rotariana a me convidar para ingressar no clube.



Na foto à esquerda, meus amados familiares que foram prestigiar a minha posse no Rotary. Na terceira mesa, da esquerda para a direita: meu filho Lucas, meu pai, minha mãe, meu marido Iuri e eu. Na foto à direita, Iuri e eu.

Obrigada, Douglas, obrigada ao Iuri, ao Lucas e aos meus pais, pelo apoio que me deram e que continuam dispensando a mim. Obrigada Elena Weber, obrigada Wanda Werlang, obrigada a todos os companheiros do clube de Taquara que me acolheram.

Que Deus sempre continue conosco e nos fortaleça na amizade e no amor ao nosso semelhante.

PEIEX: Uma oportunidade para as indústrias brasileiras

Em março deste ano, a FACCAT - Faculdades Integradas de Taquara - implantou o Núcleo Operacional do PEIEX (Projeto Extensão Industrial Exportadora), que, através de um convênio com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), visa preparar indústrias de pequeno, médio e grande portes para exportarem seus produtos. No Rio Grande do Sul existem 5 (cinco) Núcleos Operacionais atuando desde o início deste ano, cada um deles, ligado à uma Instituição de Ensino Superior ou de apoio à gestão empresarial. Cada Núcleo tem a incumbência de inscrever, diagnosticar e implementar melhorias em um número "X" de empresas, que compreendem uma ou mais regiões definidas pela Apex-Brasil. O Núcleo Operacional da FACCAT, por exemplo, atua nas regiões dos COREDES (Conselhos Regionais de Desenvolvimento) Paranhana / Encosta da Serra e Hortênsias, totalizando 17 municipios e com a meta de atender 140 indústrias até fevereiro de 2010.

Como eu já tinha coordenado o Programa Extensão Empresarial, entre 2000 e 2005, fui designada para ser a coordenadora do PEIEX /FACCAT.

Em nosso Núcleo Operacional contamos com uma monitora extensionista que coordena a equipe de quatro técnicos extensionistas e quatro estagiários.


De 11 a 20 de março, toda a equipe do PEIEX/ FACCAT participou de capacitações que envolveram a metodologia do projeto e trocas de experiências entre os técnicos extensionistas, de acordo com suas áreas de conhecimento específico. Tivemos mini cursos de Negócios Internacionais, Finanças e Custos e noções de Gestão da Produção.

Desde 23 de março até 08 de maio, o Núcleo já inscreveu 25 empresas e várias melhorias já foram implementadas.

Sabe-se que no momento atual, a situação está muito favorável às negociações internas, entretanto, o mercado externo está se ampliando, com países em desenvolvimento, ávidos por mercadorias brasileiras. Para isso, nossas indústrias precisam se organizar internamente, além de conhecer os meios disponíveis para mostrarem e comercializarem seus produtos no exterior.

A Índia, por exemplo, está se apresentando como um potencial mercado consumidor, assim como a África, os Emirados Árabes e até mesmo a China. Então, vamos novamente encontrar o caminho das Índias? Está na moda, não é?

O Núcleo Operacional do PEIEX /FACCAT está instalado no Centro de Extensão Comunitária da FACCAT, à rua Júlio de Castilhos, 2752, em Taquara. O telefone do Núcleo é (51) 3541-5320.

Mais informações sobre o PEIEX poderão ser encontradas no site: http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=2&menu=360

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Parabéns ao Doutor Iuri Gavronski

Sei que todos estavam sentindo minha falta no blog (risos). Tenho tanto a escrever e tão pouco tempo para fazer isso. Mas esse momento, eu não podia deixar passar em branco. Esse é o mais importante acontecimento dos últimos 4 anos, em nossas vidas (minha e do Iuri).
No dia 30 de março (segunda-feira), às 8 horas da manhã, aconteceu a tão esperada banca avliadora da tese de doutorado do Iuri.


Participaram da banca, além do dr. Luis Felipe Nascimento, orientador do Iuri, os doutores Ely Paiva, da Unisinos e Luiz Brito, da FGV. Um dos examinadores convidados, o dr. João Becker, da UFRGS, não pode comparecer e enviou parecer de aprovação.

O Iuri apresentou com perfeição e, no tempo de 26 minutos (era de 25 a 30minutos o tempo que tinha), todas as etapas da tese, explicando como a pesquisa foi realizada com os empresários no Canadá e os resultados encontrados.

Enquanto ele falava, um filme passava na minha mente: fomos juntos ao Canadá e lá ficamos quase um ano, enfrentando a neve, o frio e contando com a acolhida daqueles canadenses e brasileiros que se tornaram nossos amigos. Por outro lado, ficaram no Brasil nossos filhos, pais, irmãos e amigos. Foi um tempo de incertezas, dificuldades para aplicar as pesquisas do Iuri e, ao mesmo tempo, de apoio, de carinho e de novos conhecimentos.

Ao final da banca, o resultado: Aprovado. Todo o sacrifício de tantas horas de sono e lazer substituídas por estudos, formatação de tabelas, digitação, revisões, enfim, tudo foi recompensado por essa Vitória do Doutor Iuri. Parabéns, meu amor!

Na foto ao lado, da esquerda para a direita: Dr. Ely, dr. Brito, dr. Iuri, eu e o dr. Felipe.

Já estão me motivando a fazer um doutorado... Quem sabe...

quarta-feira, 18 de março de 2009

Banca marcada

Pois é... está chegando a hora!

Minha banca de defesa da tese está marcada para o dia 30 de março próximo, às 8h da manhã.

Quem se lembrar, me mande um pensamento positivo nesta hora.

Desde que eu enviei a tese para os avaliadores, estou aliviado. Não senti nenhuma espécie de viuvez da tese, não sinto falta de escrevê-la, não sonho com ela, nem acordo com nenhuma idéia que podia ter sido acrescentada e não foi... Coisa boa!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

OK do orientador

Ontem recebi um email do orientador dando OK para minha tese ir para a banca!

Hoje mandei a tese para um professor de português, para revisar, devo receber de volta no início da semana que vem. Aí, tenho que "fechar" o documento, imprimir e submeter à comissão de pós-graduação da Escola de Administração da UFRGS.

Está chegando perto o dia!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

How is your dissertation going?

Ontem liguei o Skype, e estavam online o Keith (o cara da vegetarian chicken pizza, ver o outro post) e sua esposa, Marylin. Falei com ela um pouco e adivinha a primeira pergunta: "how is your dissertation going?" (como vai a tese?).

Não se deve fazer essa pergunta a um doutorando. Sabe aquele vizinho da praia, ou o filho da tua amiga, que fez vestibular este ano? Não pergunta para ele se passou. A resposta pode ser constrangedora para ambos...

Minha resposta padrão, até então, é "estou escrevendo". Ontem, felizmente, eu tinha uma resposta melhor: está com o orientador, para revisões. Sim, terminei de escrever nesta sexta-feira passada, dia 20! Agora, vou mexer apenas naquelas coisas (e somente nelas) que o orientador solicitar.

Não precisa dizer que, esta noite, sonhei que estava escrevendo a tese. Acho que foi a coisa que eu mais fiz nos últimos meses (escrever e sonhar com isso). Em meu sonho, eu estava, para variar, formatando uma tabela. Como isso deu trabalho! É um troço chato, que não agrega valor nenhum, mas que tem que ser feito! Por mais inteligência que tenham esses editores de texto, formatar tabelas ainda é a coisa mais chata que pode ter. De qualquer forma, se foram todas.

É o doutorado chegando em sua reta final.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Inching II





Eu aprendi uma expressão no Canadá que eu gostei muito: inching.

Inch quer dizer polegada. Imagino que inching seja avançar lentamente, polegada por polegada... nada melhor para descrever o processo de escrita da tese.

Eu tinha me programado para terminar a tese em dezembro. Hoje terminei de escrever a conclusão. Ainda tem um longo caminho desde ter o documento escrito até ter a tese acabada: revisar, formatar, corrigir erros, etc. Mas hoje cumpri uma etapa importante: botei o ponto final no texto. Até o orientador ler e solicitar alguma coisa. Espero que ele não peça muito... estou no fim do gás!

Chegar nesse ponto é quase motivo para celebração. Sinal de que o doutorando desistiu de ter a tese perfeita em prol da tese possível.

Avancei mais uma polegada...
I have learned an expression in Canada that I liked a lot: inching.

I am not sure what it means, but as an inch is 2.54 cm, I supposed that inching means going forward an inch at a time... nothing better to describe the dissertation writing process.

I wish I had finished it last December. Today I have written the conclusion. There is still a long way until I have the final document: revising, formatting, fixing, etc. But today I had an important step completed: the final period. Until my supervisor reads it and requires some changes. I hope he doesn't ask much... my batteries are low!

Getting to this point is almost a reason for celebrating. It signals that the PhD candidate gave up of having the perfect dissertation and is willing to have the possible dissertation.

I have moved forward one inch.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Criminosos ou produtores rurais?

Hoje eu e a Sofia assistimos ao Globo Rural. Como acontece com a programação da TV, eles estão reprisando programas já apresentados ao longo do ano passado.

O programa "requentado" de hoje era uma reportagem bem interessante sobre a Amazônia.

O centro da discussão, na minha opinião, é se os produtores rurais que estão lá são criminosos ambientais ou não. Não me parece que o problema esteja sendo conduzido da forma mais adequada. Talvez uma solução como a que foi adotada com a água em Minas Gerais (ver meus outros posts a respeito) fosse mais efetiva com a preservação ambiental e socialmente justa. Nossa legislação não consegue separar corretamente ainda quem está tentando produzir, seja na indústria, seja na agricultura, de quem é criminoso.

De qualquer forma, para quem quiser assistir, os vídeos estão na Internet.

O link para as três partes da reportagem (com as transcrições do áudio) estão em http://globoruraltv.globo.com/GRural/0,27062,4370-p-20080914,00.html

E para os vídeos, coloco o link abaixo:





terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Winter Clearance




Estamos aqui no escritório, escutando uma rádio do Canadá (ver links à direita). Música, propagandas... e a Nara quieta. De repente, dá uma propaganda de uma
loja dizendo "winter clearance" (liquidação de inverno). A Nara salta: "Winter clearance!"

As palavras favoritas da Nara no Canadá eram: clearance (liquidação), on sale (oferta) e everything must go (estamos limpando o estoque).

We are here, at our home office, listening to a Canadian radio. Music, commercials... and Nara is quiet. Then, we hear a commercial about a winter clearance. Nara says: "Winter clearance!"

Nara's favorite words: clearance, on sale, everything must go! ... hahaha!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Nova Ortografia - agora no Firefox

Outro problema gerado pela nova ortografia da Língua Portuguesa é a comunicação eletrônica.

Faz uns 4 anos que eu não uso mais um "cliente de e-mail", tipo Outlook Express ou Outlook. Então, preciso de um corretor ortográfico no navegador. A Vero, que fez o corretor ortográfico já corrigido para o OpenOffice (ver meu outro post a respeito), tem uma extensão do Firefox que faz o serviço.

Pode ser baixado na seção de downloads da revista Info.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Serviços do Ecossistema - parte 2 de 3

Em outubro de 2008, eu postei duas reportagens do Globo Rural sobre o pagamento a agricultores para que preservassem as nascentes. Eram a primeira e a terceira reportagens de uma série de três, exibidas em três semanas consecutivas. A segunda reportagem sobre a água do Globo Rural, entretanto, eu não conseguia encontrar no site da Globo. Acho ela muito importante, pois mostra como a sociedade civil organizada pode mediar a ação privada e dos governos, gerenciando de forma mais eficiente os recursos utilizados como incentivo econômico à ação ambiental.

Hoje, procurando novamente, acabei encontrando. Vi um pedaço e minha sensação foi a mesma de quando vi a reportagem na TV: que inveja da Mônica!

Seguem os vídeos dessa segunda reportagem.





quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Pausa para um Happy Hour

Ultimamente eu não tenho conseguido marcar tanta presença neste espaço do blog, quanto eu gostaria. Resultado de muito trabalho, horários desencontrados, cansaço nas horas de folga. Se, ao longo de todo o ano de 2008 foi assim, imaginem em dezembro!

Bancas de trabalhos de conclusão, formaturas, eventos diversos, reuniões, prestações de contas.

Então, no dia 10 de dezembro, depois de participar, como avaliadora, de uma banca do curso de Relações Públicas, na FACCAT, convidei o Iuri para um happy hour em um lugar qualquer.


Ligamos para o Douglas que sugeriu a Liverpool, uma panquecaria, em Três Coroas, com ambiente em estilo pub inglês. (As fotos acima, tiradas com o celular do Iuri, não estão muito claras, mas dão uma idéia do ambiente bonito e aconchegante da Liverpool.


Subimos para o mezanino e sentamos nuns bancos encostados a um balcão. De lá, podíamos ver toda a movimentação do andar de baixo, assistir aos clips na grande tela LCD e, ainda, ver quem passava na rua.


Além das panquecas gostosas, todas com nomes de bandas musicais, a cerveja sempre gelada, cujas garrafas ficavam dentro de baldes de gelo, o pub é muito bem freqüentado. Famílias com crianças, casais de namorados, amigas confraternizando...

Naquela noite, também tinha uma grande mesa com vários ingleses e irlandeses.

Nos sentimos como se estivéssemos de volta ao Canadá, ouvindo pessoas falando alto e contando suas histórias em idioma inglês. E rindo muito!


Foi muito bom ter esse tempinho de relax no meio da semana.

Recomendamos o Liverpool, que fica na Av. Santa Maria, em frente à praça no centro de Três Coroas.

A Vírgula Voadora

A Sofia me perguntou, nesse fim de semana passado, para que serve a vírgula voadora.

Pensei: "vírgula voadora???"
Exclamei: "Apóstrofe!"

E ela: "É, para que serve essa... 'catástrofe'?"

Rimos muito.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Nova Ortografia

Se eu tivesse terminado a tese, poderia tentar justificar entregá-la em "Português antigo" - esse aí, que todos aprendemos na escola. Entrentanto, acho que minhas chances de terminar até 31 de dezembro de 2008 são muito pequenas. Um atraso aqui, outro ali, uma dúvida acolá... e assim passam os dias!

Uma preocupação adicional (ainda não conversei com meu orientador a respeito) é entregar o trabalho na nova ortografia da Língua Portuguesa. Cada vez que eu digito "frequente", o novo formato, o Word troca para "freqüente", o "antigo certo". Certamente, enviar o documento pronto para um bom professor de Letras resolva o problema por completo, mas uma ajuda computacional seria bem vinda.

Descobri que o OpenOffice já liberou uma versão do corretor ortográfico com as novas regras. Vou terminar o texto em Word, abrir ele no OpenOffice e passar o corretor ortográfico. Pelo menos "o grosso" da limpeza ele vai fazer para mim.

Ler mais em:

http://info.abril.com.br/blog/downloaddahora/20081210_listar.shtml?135952

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Planeta em Perigo

Sigo escrevendo a tese... troço chato esse que não termina nunca!

A tese exige uma capacidade de foco e concentração que eu gostaria de ter... hoje descobri, por acaso, um site da CNN cheinho de vídeos e reportagens. Se não fosse essa @#$%@#$% de tese, eu iria dar uma olhada.

Para os demais, recomendo: http://edition.cnn.com/SPECIALS/2008/planet.in.peril/

domingo, 30 de novembro de 2008

Óleo de Cozinha - o que fazer?

Faz um tempinho, eu recebi um e-mail alertando para o impacto ambiental do óleo de cozinha. Ele cria uma série de problemas, especialmente quando se larga direto no ralo da pia, ou no esgoto pluvial, como fazem alguns restaurantes...

A recomendação que eu havia recebido era de colocar em garrafas PET e colocar no lixo, mas... isso torna a garrafa não-reciclável. Outra idéia é fazer sabão do óleo, como mostra a reportagem abaixo. Eu, particularmente, prefiro tirar uma garrafa PET da reciclagem do que tentar fazer isso, mas pessoas de maior "alma" ambiental podem tentar:


terça-feira, 11 de novembro de 2008

Backup Grátis

Eu ainda sigo escrevendo a tese. Cada linha a mais que eu escrevo torna o conteúdo do meu computador mais precioso. Sempre que saio de casa, ou que desligo a máquina, fico pensando nisso...

Comecei a procurar, faz alguns dias, um programa de backup, para salvar meus arquivos mais importantes. Tem essa coisa de gravador de DVD, mas quem se lembra de ficar gravando arquivos no DVD? Além disso, em caso de um sinistro mais sério, os DVDs também dançam. Tem que ser um backup remoto. Mas tinha medo de colocar meus dados na internet, para que qualquer um pudesse abrir os dados e fazer o que quiser com eles.

Encontrei então o Mozy, que é uma ferramenta de backup gratuita, e garantida pela EMC, que é uma empresa séria na área de armazenamento. A história é a seguinte: até 2GB é de graça, mais do que isso tem que pagar uma mensalidade (em compensação, o espaço é ilimitado). O uso é razoavelmente simples: entra no site www.mozy.com, faz um cadastro, e baixa um programa para instalar no computador. Depois, informa o que quer copiar (no meu caso, restringi apenas aos arquivos relacionados ao doutorado) e ele faz cópias automáticas, de tempos em tempos (eu pedi a cada 2 horas).

Espero não precisar testar o restore... hehehe!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Pagamento por Serviços do Ecossistema

O Globo Rural fez uma terceira reportagem sobre o pagamento de serviços do ecossistema. Dessa vez, eles foram a Nova Iorque para ver o sistema que foi implantado lá faz quase 20 anos.

Gostei muito da reportagem. Coloco os links para os (três) vídeos abaixo:





Novo Gás do Efeito Estufa

O NF3 (trifluoreto de nitrogênio) foi medido na atmosfera pela primeira vez, pelo que eu pude entender da reportagem da Discovery, dado meu parco conhecimento de química, graças a uma nova instrumentação criada recentemente.

Ele tem um potencial de reter calor 17.000 vezes maior do que o CO2, ou seja, uma tonelada de NF3 equivale a 17.000 toneladas de CO2, do ponto de vista de retenção de calor, e portanto de potencial efeito estufa. ALém disso, sobrevive 5 vezes mais tempo na atmosfera do que o CO2.

As medições recentes contabilizam a existência de 5.400 toneladas de NF3 na atmosfera, e vem crescendo, em média, 11% ao ano. Esse gás não foi incluído no protocolo de Kyoto porque se achava que ele existia em quantidades muito pequenas... na verdade, é mesmo: só 0,15% do efeito estufa é responsabilidade do NF3 - hoje. Ou seja, se não cuidar, ele pode se tornar um grande vilão no futuro.

Ele é emitido no processo produtivo de TVs de LCD e circuitos eletrônicos.

Reportagem da Discovery: http://dsc.discovery.com/news/2008/10/24/greenhouse-gas.html

Página da Wikipedia sobre o NF3: http://en.wikipedia.org/wiki/Nitrogen_trifluoride

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Serviços do Ecossistema

Nós passamos uma aula no doutorado discutindo serviços do ecossistema. Ou seja, do ponto de vista econômico, como se avalia, por exemplo, uma mata ou um córrego. Parece insano, mas estamos no mundo real: se não se puder avaliar um serviço ambiental, como a nascente de um rio, como podemos remunerar um agricultor para que ele preserve esse bem? De novo: a lei exige que ele preserve, mas se este agricultor não for remunerado para isso, o incentivo para burlar a lei será muito grande, e ele muito provavelmente não cumprirá a lei. É o velho problema da tragédia da comunidade: por que um indivíduo vai se prejudicar para o bem comum, sabendo que outro indivíduo pode não ser tão altruísta e tem mais lucro?

Depois de discutirmos muito, o assunto ainda ficou "pastoso" e sem sentido para mim. Esse final de semana, eu vi uma reportagem no Globo Rural que vai direto ao ponto:









Vale a pena assistir.

domingo, 21 de setembro de 2008

Alongamento Forçado

Estou escrevendo a tese. Muitas horas por dia. Meus pulsos dóem, meus olhos dóem, minhas costas dóem.

Fazer doutorado requer um esforço intelectual enorme. Terminá-lo, entretanto, requer sacrifício físico. Outro dia desses escutava no rádio um debate sobre emoção e esportes olímpicos, e um dos painelistas dizia que o esporte requer superação, e superação envolve saber lidar com o cansaço e a dor. Bom, tira esporte, coloca doutorado, e é isso aí. Requer superação, e superação requer lidar com a dor e o cansaço. E o medo de não conseguir.

Mas eu estudei Gestão da Produção, certo? Uma das coisas mais antigas que se estuda nessa área é a fadiga. Pausas laborais são objeto de testes desde o final do século XIX. Então porque eu não as faço? Bom, uma das razões é porque, quando trabalhamos no computador, entramos no estado mental de flow, quer dizer, entramos numa espécie de "transe", em que a sensação de tempo e do próprio corpo deixa de existir. É fácil ficar 3 horas sentando na frente da máquina, trabalhando, sem parar.

Então, catei na Internet um software de alongamento que me force a parar. Vou usar o computador para me curar dele mesmo. Encontrei o StretchWare, programa cuja imagem ilustra esse post. É sensacional. Dá para programar quando quer ser avisado, e que tipo de aviso se quer. Eu programei para me avisar a cada combinação de 3000 toques ou 350 cliques de mouse, mas esse valor pode ser alterado, ou pode-se programar os horários, ou a freqüência (a cada 2 horas, por exemplo). Quanto ao aviso, ele tem a opção de dar um aviso discreto no canto da tela, ou de abrir um aviso escandaloso no meio da tela. Essa última foi minha opção.

Estou na fase de testes (o programa roda de graça por 30 dias), mas acho que vale a pena comprar o software. Meus tendões valem mais do que 25 dólares...

Caminhada Farroupilha

No dia 20 de setembro, no Rio Grande do Sul, se comemora o “Dia do Gaúcho”. Trata-se da data de início da Revolução Farroupilha, uma sangrenta guerra de 10 anos entre os gaúchos brasileiros e o império brasileiro. Outro dia desses, ouvi alguém perguntar: “por que se comemora uma guerra perdida?”. Questão de opinião. Não acho que a Revolução Farroupilha, independente de ter sido uma guerra perdida, não deva ser comemorada. Ela simboliza nosso inconformismo, essa sensação estranha que se tem, no Rio Grande do Sul, de que se é brasileiro, mas antes de tudo gaúcho. Difícil explicar, mais fácil sentir.

***

Como toda data cívica no Brasil, é feriado no 20 de setembro. Mesmo sendo sábado, uma grande “galera” aqui em Taquara resolveu se reunir e fazer uma “indiada”, que é como se chama no Rio Grande do Sul aquelas atividades que soam estranhas à maioria das pessoas. O objetivo dessa turma era caminhar 16 km morro acima, e almoçar em uma localidade chamada Boa Esperança, na zona rural de Rolante, cidade vizinha à Taquara, e depois descer de van.

Sempre tive vontade de conhecer a Boa Esperança. A Nara sempre disse que era um lugar lindo, e que “um dia iríamos lá”... ela disse isso por, mais ou menos, 4 anos. Até que surgiu esse convite para a Caminhada Farroupilha, que é como se chamaria o evento, em homenagem ao nosso dia cívico. Conversei com a Márcia Diehl, que estava organizando o evento, e pedi para nos encontrarmos com eles no local do almoço, pois eu não tenho preparo físico para fazer essa caminhada e a Nara está com o joelho estourado, fruto de um tombo que ela levou no trabalho.

Eles toparam, e acabamos convidando os pais da Nara para ir junto. Como eles conheciam o caminho, isso me atalhou um bom tempo de preparação na semana anterior, pois eu não precisei ver mapas, etc. Além disso, eles são uma excelente companhia. Não fossem eles pais da Nara, seriam como um casal de amigos, de tão bem que a gente se dá. Tem gente que tem sogros chatos, e deve ser muito ruim, mas esse não é o meu caso.

O álbum do Picasa que fiz com algumas fotos do passeio fala por si: o local é lindo mesmo. A Nara não estava exagerando. A localidade, além desse nome supersimpático (Boa Esperança), é cercado de morros verdes, e tem uma meia dúzia de pontos turísticos, fruto do trabalho de uma ex-funcionária do grupo de Extensão Universitária da Nara na FACCAT, a Gláucia, que desenvolveu uma rota colonial nessa localidade.



Na subida, paramos na Cantina do Finger, um lugar simpático, atendido pelos proprietários, onde há degustação de produtos coloniais. E um vinho sensacional! Pena que eu era o motorista da vez...

Depois, fomos à Cantina da Figueira Branca, um lugar com uma comida sensacional, mas que só abre com reservas. Quem quiser, pode ligar para o número. O cartão da Figueira está nesse post.


O nosso álbum está em http://picasaweb.google.com/prof.iuri/20080920BoaEsperanca

Estou ficando um fotógrafo muito displicente: acabei não tirando fotos de meus amigos na caminhada. Minha sorte é que tinha mais gente com máquina nessa caminhada, como a Cássia, e vou colocar aqui as fotos dela:
http://picasaweb.google.com.br/cassiagsdias/CaminhadaRolanteBoaEsperanA#slideshow

domingo, 3 de agosto de 2008

As férias da Sofia - Sofia´s vacation (Portuguese and English version

As férias de inverno estão cada vez mais curtas. Lembro que quando eu era criança, tínhamos todo o mês de julho para curtir em casa - claro que tínhamos que fazer aquelas redações, contando tudo o que acontecera, mas mesmo assim, eram férias.

Na semana passada, a Sofia esteva de férias, que tinham começado na quinta-feira anterior. Ela veio para Taquara segunda-feira, dia 28 de julho e ficou até sábado, dia 02 de agosto.

Apesar de ter sido uma semana de bastante chuva, ela se divertiu bastante e conseguiu até mesmo andar um pouco de bicicleta.

Sexta-feira à noite, dia 01 de agosto, estava reservada para irmos à Toca da Bruxa, em Canela, uma famosa pizzaria temática que a Sofia adora! Aliás, não é só a Sofia que adora ir lá... risos.


Convidamos meus pais e eles aceitaram ir conosco. Foi uma noite muito divertida e gostosa.

A Sofia estava muito feliz pela expectativa de ir à Toca da Bruxa, arrumou seus cabelos e, em pouco tempo, estava pronta para partirmos. Uma pose na frente da nossa casa, para mostrar a "boina" que eu lhe emprestara (não apareceu na foto, por causa da noite escura).

No caminho de Canela, paramos para olhar a pista de gelo, onde várias pessoas se divertiam patinando. Lembramos de quando estávamos no Canadá, onde as pistas eram de verdade e fizemos um breve vídeo para mostrar aos nossos amigos canadenses.

Na pizzaria, fomos muito bem atendidos, com simpatia e atenção costumeiras daquele lugar encantado.

Meus pais, que nunca tinham ido à Toca da Bruxa, deixaram bem claro que querem voltar lá, qualquer hora dessas.


Antes de voltarmos para casa, paramos na festa da colônia que estava acontecendo em Canela. Muito bonita a festa!

Algumas fotos e o vídeo da pista artificial de gelo, encontram-se em:

English Version:
School vacation has been shorter at this time. When I was a child, my winter vacation used to longer than now a days.
Last week, Sofia was on vacation and she came to spend some days with us in Taquara.
Last friday, August 1st, we went to a pizza place, in the city of Canela, called: "Toca da Bruxa" - I don´t know how to translate this name, but I think I can say: " The Witch Place". It is a thematic place with facke spiders, pumpkins and all waithers wear witche´s hats. And the pizzas are "really really yami". :)
My parents went with us to Canela and they haven´t gone to that pizza place before. They loved the pizza and they want to go there again some day in the future.
It was a very nice nigth!


When we were going to Canela, we stop in the city of Gramado, to see an Ice Rink, where many people were having fun. We made a video to show to our Canadian friends, because that rink reminded our really cold winter in Canada.
Pictures and the Ice Rink video are at:

sexta-feira, 25 de julho de 2008

O amor de Wall-E e Eva


Domingo passado, dia 20 de julho, o Iuri e eu fomos ao cinema de Taquara - Cine Viena - com nossos amigos Gustavo, Márcia e Tiago. Fomos assistir ao filme Wall-E.
O filme conta a história de um robozinho que "vive" sozinho e tem a missão de limpar a terra, destruída pelas catástrofes provocadas pela raça humana, durante a sua existência e reinado neste planeta. Sozinho é um modo de dizer: ele tem a companhia de um único ser vivo sobrevivente: uma barata.
Todos os dias, Wall-E sai de sua casa (um velho trator abandonado) e percorre a terra, juntando, compactando e armazenando o lixo da terra. No final de cada dia, Wall-E volta para sua casa, junto com sua amiguinha barata, e uma maleta com alguns itens, considerados importantes, por ele. Wall-E liga um televisor com tela LCD e coloca uma fita de vídeo que mostra pessoas caminhando e cantando nas ruas, ele se sente só. No final do vídeo, aparece um casal dançando e a cena é finalizada com os dois juntando suas mãos, apaixonadamente. Uma cena romântica que faz Wall-E juntar suas próprias mãos, sonhando em ter uma namorada.
Um dia, quando trabalhava na sua tarefa de limpar a terra, Wall-E assiste o pouso de uma nave espacial, de onde sai uma linda robozinha, que, após alguns momentos, se apresenta, como: Eva.
Wall-E se apaixona por Eva e tenta ensinar a ela algumas coisas sobre a terra. Um dia, Wall-E encontra uma plantinha, sinal de que a vida começa a se renovar na terra. Emocionado, dá a plantinha à Eva, que abre uma portinhola em seu peito e deposita o presente. Imediatamente, o sistema de Eva se conecta com a nave mãe, que volta para resgatá-la. Claro que Wall-E, herói apaixonado, se agarra à nave e viaja com ela até o planeta onde encontra toda a humanidade da terra, que aguarda pelo momento de retornar à terra renovada, pronta para ser reconstruída.
A mensagem do filme é tocante: mostra o que nós, humanos, estamos fazendo com nossa terra mãe. Estamos poluindo com nossa sujeira, em nome do desenvolvimento econômico, estamos sujando nossa própria água, por falta de educação e consciência e, as conseqüências disso, já começaram a aparecer.
Para minha triste surpresa, ao final do filme, quando as luzes do cinema se ascenderam, vi muito lixo espalhado pela sala. Copos vazios de refrigerante, sacos vazios de pipoca, embalagens vazias de chocolate e outras guloseimas. Tudo espalhado pelo chão da sala de cinema.
Será que aquelas pessoas - que têm dinheiro para pagar o ingresso ao cinema - não têm educação? Acreditam que haverá um Wall-E para limpar a sujeira que elas fizeram?
Bem, o filme é um desenho animado da Disney, mas não é feito somente para as crianças. Infelizmente, grande parte daquela plateia deve ter pensado que era um filmezinho de amor: o amor de Wall-E e Eva.
Que pena para Taquara, que pena para nosso planeta...

domingo, 6 de julho de 2008

Festa do Peixe 2008

Hoje o Iuri e eu acordamos cedo - estava um domingo ensolarado - e pegamos a estrada rumo a Imbé - RS, para encontrar com meus pais e meu irmão: Eraldo, que estavam lá desde sexta-feira.

No meio do caminho, paramos no restaurante "Da Colônia", em Santo Antônio da Patrulha, para tomar um café com torrada de pão caseiro e bolo de laranja. Hummm... Sentamos perto das janelas, onde o sol da manhã nos aquecia e iluminava, depois de uma semana de chuva, umidade e frio (foto ao lado).

Nossa! Meus pais ficaram tão felizes com a nossa visita inesperada que não mediram esforços para nos agradar. E nós também estávamos muito felizes por poder compartilhar, com eles, o chimarrão matinal, o almoço (tainha assada, violinhas e bolinhos de peixe fritos).

Depois do almoço fomos para a Festa do Peixe, em Tramandaí e visitamos o restaurante e os estandes. A festa está melhor a cada ano que passa. Compramos algumas roupas e outros artigos de utilidade doméstica e fizemos alguns registros fotográficos, conforme o álbum que pode ser acessado clicando em: http://picasaweb.google.com/naram.muller/FestaDoPeixe2008


English version:

Today, Iuri and I woke up early - it was a sunny day - and went to Imbe Beach, to meet my parents and my brother: Eraldo, who were there since last Friday.

In the middle of our trip, we stopped to have breakfast at the restaurant called: "Da Colonia", in Santo Antonio da Patrulha. We took seat close to the windows of the restaurant because the sun was rising and it was warm there. (See the picture above).

Wow! My parents were so happy with our unexpected visit and they didn´t know what to do in order to please us. We were also very happy to see them, take our chimarrao (funny tea, as Zenon used to say...) and have lunch: grilled fish, with them.

After lunch, we went to the Fish Party, in Tramandai Beach, and it was wonderful! You can see the pictures and video at: http://picasaweb.google.com/naram.muller/FestaDoPeixe2008

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Aniversário da Sofia - 9 anos

Não pude comparecer ao aniversário de 8 anos da Sofia. Não porque não tenha sido convidado, mas estava no Canadá, e impossibilitado de vir. Fiquei sabendo, semana passada, que se tivesse vindo ao Brasil sem autorização do CNPq podia até ter minha bolsa cortada! Mas eu não corria esse risco, o valor da bolsa não permitia tais aventuras.

Semana passada foi o aniversário de 9 anos da Sofia. E nesse domingo, comemoramos aqui em casa o evento. Foi muito divertido, como sempre. A Júlia, uma menina de 5 anos que era nossa vizinha (até esse domingo!) passou o dia brincando com a Sofia. Outros convidados, esquecidos nas fotos, não puderam vir antes porque estavam ajudando no vestibular de inverno da FACCAT, onde trabalham.

Enfim, foi uma festa simples mas bem bonita. Consegui matar a saudade de fazer um aniversário da Sofia!

Coloquei as fotos em um web álbum, quem quiser conferi-las, pode clicar abaixo:
http://picasaweb.google.com/prof.iuri/20080815AniversarioSofia

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Mais um passo / Inching


Começamos o mês de maio. Dediquei esse mês a dar a arrancada final para terminar o doutorado. O doutorado é um trabalho de folêgo, como uma maratona. Então, não adianta correr muito no início, porque nos últimos meses vai faltar gás. Marquei comigo mesmo para começar a escrever em maio. E não sabia muito como cumprir isso.

Não que eu não conheça a estrutura do trabalho final. Eu já orientei alguns trabalhos de conclusão da graduação, e a estrutura é a mesma. Eu próprio já escrevi um trabalho na graduação, mais a dissertação de mestrado. A estrutura não é o problema. Na verdade, nem o conteúdo. Tenho uma boa leitura da área, estou razoavelmente atualizado com as últimas pesquisas na área. Acho que não é esse o problema. O problema é como começar.

Tentei diversas abordagens. Nenhuma deu muito certo. Dessa vez, tentei uma coisa "diferente". Escrevi o resumo da tese antes. Geralmente, as pessoas deixam para escrever os resumos por último. Depois de tudo escrito, é só tirar o sumo em 500 palavras e está feito o resumo. No meu caso, eu resolvi começar por ele, para ter um norte e um guia de por onde seguir. Vamos ver no que dá. Estou hoje com 2 páginas escritas, ainda que provisórias, da minha tese de doutorado. Vamos ver no que dá.

Outra coisa importante aconteceu essa semana. A UFRGS exige que, entre outras coisas, os doutorandos tenham 2 publicações aceitas para poderem defender a tese. Eu submeti essa semana minha publicação científica para a comissão de pós-graduação em administração e tive já a resposta: estão aceitos. Ou seja, agora "só falta a tese" mesmo. O que, de certa forma, me deixa um pouco mais tranqüilo. Os artigos dependem de outras pessoas para serem aprovados, já a tese só depende de mim para ser escrita.

Vou me esforçar para terminar o doutorado ainda esse ano. O doutorado é um peso não só para o doutorando, mas para sua família também. É chegada a hora de acabar com ele.

May begins. I have decided starting my dissertation (the actual writing) this month, but I didn't know how to start.

I know the structure of a dissertation. I have myself advised undergrads in their theses, and the structure is the same. I have written my own undergraduate and master theses. The structure is not the problem. Actually, not even the content. I have some knowledge of the field, and I am updated with the research in my field. I don't think that this is the problem. The problem is how to start.

I have tried many different approaches. None have worked. This time, I have tried something "different". I wrote the abstract before the dissertation. Normally, people leave the abstract to the end. When the main text is ready, they can easily summarize the dissertation in 500 words or less. In my case, I have decided starting with the abstract, to have a North Star to follow. I hope this works.

Another important thing happened this week. My university (actually, the business program) requires that we publish 2 papers (can be journals or conference proceedings) before the dissertation defence. I have submitted my papers to the graduate committee, and they accepted my papers. That means that I need "only the dissertation" to be a doctor. This is good news: papers need approval from many different people to get published, but the dissertation only needs me to be written.

I will do my best to get my doctor degree this year. The graduate program is heavy not only to the doctoral student, but to his family too. It is time to finish.

domingo, 27 de abril de 2008

Mini Amores-Perfeitos

Nesse final de semana terminamos a saga de um canteirinho de flores. Desde que voltamos, não temos tido muito tempo para alimentar o blog... quem dirá cuidar da casa, essas coisas. Se tivesse terminado de dia, tiraria uma foto do "mega canteiro" só para se ter uma idéia do grau de enrolamento em que andamos.

Na verdade, não foi iniciativa nossa: as cochonilhas precipitaram as coisas. Tomaram de assalto uma cerca verde que ligava nosso portão até a entrada da sala e fizeram um estrago. Junto com as cochonilhas, vêm em geral fungos, e nossa cerca verde ficou tomada por umas bolotas esbranquiçadas no caule. Resultado: arranquei tudo fora, semana passada, com um pouco de ajuda da Sofia. Aproveitei e tirei também a terra, que segundo nosso amigo agrônomo, o Gustavo, poderia não estar oferecendo os nutrientes adequados às plantas. Ele afirma que as infestações atacam as plantas que estão mal-nutridas. Se forem como os demais predadores, deve ser mesmo. A terra estava um barro socado, devia ter menos nutrientes que um fast-food!

Antes, claro, obtive o consentimento da Nara de que iríamos tirar aquelas coisas e colocar flores. Mas ela foi mais esperta: ao invés de plantarmos sementes e rezar para sair algo, iríamos comprar as mudas na floricultura. Essa acho que ela aprendeu no Canadá... eu seguiria tentando a mesma estratégia frustada de comprar aqueles pacotes de sementes com bonitas fotos, no supermercado, e ficando triste com o resultado.

Esse sábado fomos escolher as flores. Trouxemos mini amores-perfeitos, que são mais rasteiros e florescem no inverno. No frio e intempérico inverno gaúcho! Acho que tivemos que ir ao Canadá para nos darmos conta de quão suave é o inverno daqui... podemos plantar flores o ano todo. Essas são as nossas de inverno.