domingo, 15 de outubro de 2017

Conhecendo o bairro

No post anterior eu contei como foi o nosso dia de comemoração dos 150 anos de independência do Canadá.


Mas antes disso, no dia 30 de junho, começamos a organizar melhor a casa, acomodando nossas roupas e calçados de verão, nas gavetas e closets. 

Deixamos as roupas e calçados de inverno dentro das malas porque ainda teríamos duas mudanças até fixarmos nossa residência durante a nossa segunda jornada canadense. Preciso de um post especial para contar essa história...




Decidimos dar uma caminhada para explorar a vizinhança e comprar algumas coisas no supermercado. 


Com a ajuda do amigo Google, descobrimos que havia um supermercado “Valu Mart” há umas 4 quadras de nossa casa e resolvemos dar uma caminhada.

No caminho, percebemos que a maioria das casas estava enfeitada para a comemoração dos 150 anos de independência do Canadá. Há um sentimento de amor e orgulho pelo país que chega a emocionar qualquer pessoa.



Até no supermercado, muitos doces eram oferecidos enfeitados com a folha de Maple, símbolo do Canadá.


Aproveitamos para almoçar num restaurante no nosso bairro. Comemos fish and chips (peixe e batatinhas) e, é claro, acompanhados de uma cerveja canadense.



Na manhã seguinte, Iuri preparou a sua famosa granola e tomamos nosso café da manhã.


Uma coisa que já nos impressionou há dez anos atrás e que continua a nos chamar atenção é o tamanho das embalagens aqui no Canadá. Vejam esse pacote de “chips”.


Por hoje é só. Até os próximos encontros!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Celebrando os 150 anos da independência do Canadá

O Canadá completou 150 anos de sua independência no dia 1º de julho deste ano e aconteceram grandes comemorações em todo o país.

Nossos amigos Eddy e Zulma (conhecidos há mais de 10 anos e que nos visitaram em Tramandaí, em 2016) nos convidaram para celebrar os 150 anos na fazenda deles, na cidade vizinha de Thedford.

Vista da fazenda

Então, no dia 30 de junho (nosso segundo dia de volta a London), passamos no centro da cidade e eu comprei uma camiseta vermelha alusiva ao grande evento.

No dia 1º Zenon e Mary-Anne nos apanharam em casa e, juntos, fomos passar o dia na fazenda com toda a família Van Engelen.

Só para situarmos: A Zulma é brasileira de Anápolis - GO e o Eddy é canadense descendente de holandeses. Em 2007 o Iuri e eu fomos a uma palestra sobre sucessão familiar em fazendas de produção leiteira e conhecemos o Eddy que fez questão de nos apresentar à Zulma, dias depois. Essa história está neste blog, nas postagens de 2007. Se vocês quiserem ler a história está aí o link: http://iurienara.blogspot.ca/search?updated-max=2007-09-23T17:34:00-03:00&max-results=20&start=40&by-date=false

A celebração dos 150 anos

Fomos bem recepcionados pela família de Eddy e Zulma. Estavam seus 3 filhos, irmãos, cunhados, sobrinhos, sobrinhos netos e mais alguns amigos do casal.

Iuri e eu na fazenda Van Engelen

Aqui no Canadá há uma legislação rigorosa sobre o uso de fogos de artifício. Somente pessoas credenciadas podem promover shows pirotécnicos e em lugares previamente autorizados. (Se tivéssemos essa lei no Brasil, talvez algumas tragédias pudessem ser evitadas...).

Um dos filhos de Eddy e Zulma é credenciado e organizou um show pirotécnico previsto para às 21 horas, quando eventos semelhantes estavam preparados para acontecerem em todo o país.

Local preparado para o show pirotécnico

Passamos algumas horas agradáveis na companhia de toda aquela gente querida, comendo muita comida típica e cerveja canadense.

Lá pelas 19h30min resolvemos voltar para London já que era quase uma hora de viagem e nossos amigos queriam evitar o trânsito engarrafado por causa das comemorações na cidade.
Chegamos a London perto das 21 horas e decidimos procurar um bom lugar para assistirmos aos fogos de artifício da cidade.

Aí aconteceram umas coisas engraçadas: o Zenon começou a dar voltas para tentar estacionar o carro, mas os bons locais ou estavam lotados, ou não permitiam o estacionamento de automóveis.
Começamos a ouvir alguns sons de foguetes e o Zenon parou o carro próximo aos trilhos do trem. Em seguida, passou um trem com inúmeros vagões e não conseguíamos ver o centro da cidade.

Rimos muito disso e seguimos para um outro lado da cidade, de onde pudéssemos ver o show pirotécnico.  
Próximo a um dos locais de grande concentração de público, começaram a transitar muitos carros da polícia local – evento raríssimo, segundo nossos amigos. Eles ficaram apavorados achando que tinha acontecido alguma coisa de terrível.

Nós, brasileiros, achamos normal que, diante de tamanho aglomerado de gente, a polícia ficasse alerta e ostentasse sua presença.
Enfim, foram muuuuitos carros mesmo. Até nós, começamos a nos preocupar.

Finalmente, decidimos ir para casa e, então, da Wortley Village, bem próximo à nossa casa, pudemos assistir ao monumental espetáculo dos fogos de artifício. E comemoramos, de dentro do carro, os 150 anos da independência do Canadá.

Desde então, temos dado gargalhadas ao lembrarmos daquela noite. 

Nossos amigos canadenses imaginaram como contaríamos essa história a quem nos perguntasse: “O que vocês fizeram durante as comemorações dos 150 anos? ”

Responderíamos: “Bem, primeiro vimos o trem de carga passar na nossa frente e depois, assistimos a uma raríssima exibição de carros de polícia de London”.

Depois dessa jornada, fomos para casa rir mais um pouco e dormir porque estávamos cansados...

No dia seguinte a Zulma nos enviou uma foto muito bonita dos fogos de artifício na sua fazenda.




Até o próximo post!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Segunda vinda ao Canadá - 10 anos depois...

29 de setembro de 2017: Três meses no Canadá!

Parece incrível, mas já completamos três meses aqui no Canadá e ainda não escrevemos qualquer post neste blog.

Para quem não sabe ainda, este blog nasceu em 2007 quando o Iuri e eu viemos, pela primeira vez para London – Ontário. Naquela ocasião o Iuri estava fazendo o seu sanduíche de doutorado e queríamos ter um meio de manter nossos familiares e amigos informados sobre nossos dias nesta terra distante.

Todas as nossas postagens sobre o Canadá de então, estão neste blog em 2007 e janeiro de 2008. Infelizmente, os álbuns de fotos foram perdidos com a extinção do “picasa” (temos as fotos avulsas, mas os álbuns correspondentes a cada postagem, não existem mais.
10 anos depois, voltamos para a mesma cidade, onde o Iuri está fazendo algumas pesquisas para o seu pós-doutorado.
A verdade é que o tempo voa!

Vou contar um pouco do início desta jornada porque escrever tudo num só post, seria desgastante para nossos leitores.

Na noite de 27 de junho de 2017, Iuri aplicou prova a seus alunos na Unisinos/SL, calculou e lançou as notas no sistema e rumou para Porto Alegre, onde meus filhos, noras e eu já o esperávamos para um jantar de despedida no “Joe and Leos” do Bourbon Country. Para esse jantar, utilizamos os vouchers do programa “MasterCard Surpreenda”, em que a gente paga um e leva dois. Funcionou bem!
Nosso jantar de despedida - Porto Alegre, RS - Brasil

Após o jantar, meu filho Douglas e nora Flávia nos deixaram no hotel próximo ao aeroporto e foram para sua casa, levando o Jack – nosso Ford Focus – que ficará sob seus cuidados até o nosso retorno.

Às 3h30min da manhã, acordamos e fomos ao aeroporto Salgado Filho, levados pela Shuttle do hotel. Fizemos chekin e embarcamos às 6h30min, aproximadamente. O voo atrasou um pouco por causa da cerração.

Dali fomos para Lima, no Peru, onde permanecemos por, aproximadamente, 2 horas e, de lá, voamos para o México.
 Aeroporto de Lima - Peru

Como ficaríamos umas 7 horas no México, Iuri fez uma reserva num dos hotéis localizados dentro do aeroporto (conseguiu fazer a reserva com pontos do seu cartão de crédito) e conseguimos descansar e tomar um bom banho antes de seguir a viagem para Toronto, no Canadá.

Imagino que vocês devam estar pensando: Porto-Alegre/Lima/México/Toronto! Que viagem estranha. Bem, como todos os brasileiros podem imaginar, é claro que o preço dessa viagem compensou todas essas paradas. E, francamente, faríamos o mesmo trajeto novamente pois a viagem se tornou bem menos cansativa porque tivemos a oportunidade de parar, descansar e até tomar banho durante o caminho.

Em 2007, saímos de Porto Alegre para São Paulo e, de lá, tivemos umas 10 horas direto, dentro do avião para Toronto. Chega um momento em que a gente não consegue mais dormir, nem levantar porque sempre há avisos de ficar com os cintos afivelados. Além disso, se a gente não está sentado na poltrona do corredor, tem que incomodar quem está ali cada vez que precisa levantar e esticar as costas e as pernas.


 
Nossa espera no aeroporto do México

Antes de deixarmos o aeroporto do México, jantamos num restaurante – o que foi muito bom porque no vôo teríamos que pagar o lanche, além do que, seria muito tarde. Nosso vôo partiu, mais ou menos, à meia noite (tem alguns fusos horários pelo caminho) e pousou em Toronto, às 5h30min (no Brasil eram 6h30min), ou seja, foram 24 horas desde nossa partida de Porto Alegre até a aterrisagem no Canadá.

Bem, ainda faltava o último trecho, uns 100 km até nosso destino: London. Tínhamos três opções: avião, trem, ou ônibus. Como já tivéramos a experiência de ir de avião, em 2007 e também já tínhamos feito a viagem de trem, naquele mesmo ano, optamos pelo ônibus que, além de muito mais confortável, também era mais barato.
Aproximadamente um mês antes da nossa viagem, nós compramos passagens de ônibus da Greyhound (https://www.greyhound.ca/) que nos apanhou no aeroporto de Toronto e nos deixou em London. 
Como nosso ônibus só chegaria às 11 horas, aproveitamos o tempo para tomar o café do “Tim Hortons” – uma rede canadense de cafeterias – extremamente apreciada por aqui. Estávamos com saudades do Timmys (como é, carinhosamente chamado pelos canadenses). Alguns dias depois, descobri que o Tim Hortons foi comprado há uns 6 anos, pelo grande grupo de investidores brasileiros 3G... Bem, apesar disso, o Tim Hortons continua funcionando só no Canadá e ainda é considerado, genuinamente, Canadense.

Foto do Iuri na fila do Tim Hortons no aeroporto 
de Toronto.









Foto do nosso primeiro café no Tim Hortons.


Às 11 horas da manhã nosso ônibus chegou ao aeroporto e embarcamos para nosso destino tão esperado: London – Ontário – Canadá.

Nosso ônibus de Toronto para London

Eu dormi quase a viagem toda e, como tinha wifii no ônibus, o Iuri aproveitou para atualizar seus e-mails com alunos e colegas da Unisinos.

Em torno de 14h30min, chegamos a nossa querida London, onde nossos amigos Zenon e Mary-Anne nos esperavam com aqueles braços abertos e sorrisos largos. Foi um momento de grande emoção.

Colocamos as malas e outras bagagens no porta-malas da camionete e eles nos levaram para nossa primeira morada desta temporada: 64 Duchees Av. (Em outro post eu conto porque falo em primeira morada – hehehehe).

Como eles foram nossos “Land-Lord e Land-Ladye” (proprietários das casas onde moramos em 2007), a Mary-Anne deu boas referências ao nosso atual land-lord e apanhou as chaves com ele.

Fachada da nossa casa

Quando desembarcamos na nossa linda casa, nossos amigos descarregaram algumas sacolas com compras de supermercado e uma grande pizza para nossas “boas-vindas”.
Comemos a pizza juntos, tomamos um chá e eles nos deixaram para arrumar a casa.

Chazinho depois da pizza no nosso novo lar em London

À tardinha, voltaram para nos apanhar e fomos até a sua casa comer um salmão assado com vegetais no vapor.

Por hoje é só. Nos próximos posts, vou contar como está sendo nossa estada por aqui. 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Meu dia na Conferência _ Espiritualidade no ambiente de trabalho

Na sexta-feira, dia 05 de agosto, começou a Conferência Anual do Academy of Management e, obviamente, o Iuri foi participar. Eu aproveitei para colocar alguns trabalhos em dia, no meu computador. Nosso apartamento no Peackoc Suites tem internet free e é possível acessar e-mails, facebook, skype, enfim... Tentei assistir à abertura das Olimpíadas, mas só consegui quando as delegações já estavem entrando e sendo apresentadas.
Como o Iuri é participante, conseguiu um crachá de visitante para mim, assim, eu poderia assistir às apresentações e painés do meu interesse, sem, no entanto, obter o certificado.
Então, no sábado eu fui ao Anaheim Convention Center para assistir a duas palestras que me interessaram bastante, ambas abordando o tema "espiritualidade no ambiente de trabalho".  Foto à direita.

Sou católica e me considero uma pessoa espiritualizada e, há vários anos, tive contato com o tema espiritualidade nas organizações, quando eu ainda era coordenadora de trabalhos de conclusão na FACCAT. Além disso, como sou coach pessoal e profissional e ajudo líderes a obterem melhores resultados na gestão de suas equipes, esse é um tema que despertou meu interesse no evento.
A primeira sessão que eu assisti, foi às 10h15 da manhã foi: Developing a Workplace Spirituality Skill Set - Desenvolvendo um ambiente com competências de espiritualidade. Foram 3 painelistas e cada um falou de suas pesquisas na área. Um deles falou que para se alcançar um clima de espiritualidade no ambiente de trabalho é preciso que desenvolvamos a capacidade de ter e promover 1-boas conversas, 2-bons pensamentos" e 3-sermos bons.
Outro painelista falou da importância do "não julgamento" e apontou 4 perguntas que devem ser feitas sempre que nos sentirmos mal em relação a algo que o outro nos disse ou fez. As 4 perguntas são: 1-Isso é verdade? 2- Você consegue ter certeza absoluta de que isso é verdade? 3- Como você reage, o que acontece quando você acredita que isso seja verdade? 4- Como você se sentiria sem essa crença de que isso é verdade?
O painelista fez um exercício que pretendo replicar nas minhas sessões de coaching com meus coachees para ajudá-los a desfazer-se de crenças limitantes.Ver foto abaixo.


O terceiro painelista não trouxe grandes contribuições já que estava substituindo a pesquisadora Carole L. Jurkiewicz que falaria sobre suas experiências. Vou tentar acessar sua pesquisa sobre o Mapa de Caracteristicas - forças e virtudes para entender melhor como ela trabalha.

A sessão das 13 horas teve como título: Workplace Spirituall Facilitati, ou Condicões para um ambiente de trabalho espiritualizado. Foram 5 painelistas: uma oriental, um indiano, um judeu e duas cristãs. Suas apresentações foram encantadoras, cada um contando um pouco de suas próprias experiências com a religiosidade e suas práticas nas organizações.
Uma das painelistas contou que é filha de pai ateu e, portanto, jamais conviveu com qualquer religião até seus 25 anos de idade, quando começou a trabalhar numa universidade cristã e se converteu.
A segunda painelista é professora de empreendedorismo numa universidade onde a prioridade é ensinar seus alunos a serem melhores pessoas e a deixarem seus legados para o mundo. Sua experiência de conversão é muito interessante, ela não tinha fé em Deus. Numa determinada época de sua vida, ela passou por momentos ruins e um de seus alunos disse que rezaria por ela. Na semana seguinte ela soube que uma igreja inteira rezou por ela e ela não tinha ideia de quem eram essas pessoas. Foi assim que ela se converteu.
A terceira painelista pesquisou inúmeros líderes religiosos nos Estados Unidos, desde os "Shama", budistas, padres e pastores das diversas denominações evangélicas. Sua pergunta principal era: "Em que circunstâncias, políticos e empresáros procuram seus conselhos?" As respostas vão desde: "Eu devo ou não concorrer a esse cargo?" até "Como eu devo proceder para ganhar mais dinheiro?".
Os painelistas indiano e judeu falaram da importância de se respeitar os diversos credos, já que, cada vez mais, os negócios são realizados internacionalmente e com uma diversidade expressiva de religiões.
O painelista judeu terminou com uma pergunta à plateia: "Qual é a Graça deste momento?" Segundo ele, sempre devemos nos fazer essa pergunta, pois, cada evento, cada situação deve ter um propósito, ou um sentido.
Enfim, lembrei do que a minha mãe sempre diz: "Tudo o que eu sei é que devemos ser muito bons nesta vida". Sábias palavras, com certeza.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Um dia na Disneylândia

Iuri estava inscrito no Academy of Magagement – uma grande conferência anual de Administração para apresentar um de seus artigos. Decidimos que eu viria com ele e que viríamos um dia antes do congresso para conhecermos a Disneylândia, já que o evento ocorreria em Anaheim, na Califórnia.
Saímos de Porto Alegre na terça-feira, dia 02 de agosto, às 14h30min e chegamos em Anaheim no dia 03, às 10h30min (com 4 horas de fuso horário – aqui na Califórnia estamos 4 horas atrasados em relação ao Brasil). Isso significa que viajamos durante 26 horas. Bem, isso é conversa para outro momento.

Nosso primeiro dia em Anaheim foi destinado a algumas comprinhas no Walmart para abastecer nosso apartamento no “Peacock Suites” – que reservamos pelo Airb&b. O Peacock fica bem próximo ao Anaheim Convention Center, onde o Academy of Management acontece. E também fica bem perto da primeira Disneylândia, fundada pelo brilhante empreendedor Walt Disney, há 60 anos.


Os participantes do Academy of Management têm um excelente desconto em ingressos para a Disneylândia, então, aproveitamos para adquiri-los através da inscrição do Iuri no evento.
A Disneylândia de Anaheim se divide em dois grandes parques: “Disneyland” e “California Adventure” e nós decidimos visitar o “Disneyland”. Queríamos conhecer o Mickey Mouse, as princesas e visitar alguns parques temáticos, como o do Indiana Jones e o do Star Wars.
Saímos cedo na quinta-feira, para aproveitar ao máximo o parque. A aventura só terminaria às 21 horas, com o show de fogos de artifício. Fomos a pé, já que nosso apartamento fica bem perto (uns 30 minutos de caminhada).

 
Chegamos ao parque e, só de estar ali, na entrada da Disneylandia, já sentimos a magia do lugar e nos emocionamos.

Passamos pela primeira fila, onde os seguranças revistam as bolsas e mochilas. Vimos eles mandaram um homem retornar para deixar o "pau de selfie" em seu automóvel. É proibido o uso desse instrumento. Seguimos ao portão de entrada do parque, onde apresentamos os tíquetes e descobrimos que poderíamos sair e entrar no parque quantas vezes quiséssemos durante esse dia.
Logo na entrada, uma das princesas estava tirando fotos com as pessoas - especialmente meninas - e dando autógrafos.
Seguimos caminhando - já que havia muitas coisas nos esperando! E a emoção aumentando!!!
Chegamos a uma pracinha onde estavam algumas charretes puxadas a cavalo e outros veículos motorizados e abertos - tipo os "Dindinhos" de Imbé e Tramandaí. Iuri fazendo um auto-retrato pelo retrovisor do "Dindinho" - risos.
Entramos num desses "Dindinhos" e fomos levados até a praça principal onde está o pórtico - Castelo.

Passando por esse castelo, entramos para a mini cidade. É tipo o mini mundo de Gramado, só que com castelos... Durante essa passagem pelo pórtico, avistamos outra princesa tirando fotos com crianças e autografando.
Pegamos um trenzinho cujas acomodações para os passageiros são em formato de jaulas.
Entramos na jaula dos animais selvagens - risos - e fizemos um passeio bem bacana, de onde pudemos avistar a mini cidade com seus castelos encantados.
Com a espera para pegar no trenzinho, ao sol, ficamos quase desidratados - ainda bem que tínhamos passado protetor solar antes de sair de casa. Dali, fomos tomar uma água e um sorvete. Já era em torno de meio-dia. Na Disneylandia, há vários stands que vendem lanches, água, sorvetes e há espaços para sentar, como uma praça de alimentação ao ar livre.
Já alimentados, fomos andar de - bem, não riam de nós - CARROSSEL! Sim, eu nunca tinha andado de carrossel porque sempre achei um brinquedo super sem graça. Mas andar de carrossel com o Iuri, na Disneylândia, não tem preço! Nos divertimos muito".
Fomos visitar a "Toon town", onde há tudo que uma cidade deve ter: escola, correio, bombeiros, prefeitura. (inserir foto) Visitamos, também, na Toon town, o barco da Margarida. Uma gracinha!!!




Mas o melhor vem agora: enquanto visitávamos o barco de "Miss Daisy", ouvimos um barulho de gente gritando - característico de quem está numa montanha russa. Saímos dali e encontramos, logo ao lado, o tal trenzinho que sobe e desce pela montanha. O Iuri me convidou e eu aceitei na hora. E lá fomos para mais uma fila - às vezes no sol, às vezes na sombra. Depois de uns vine minutos, mais ou menos, chegou nossa vez de entrar nessa aventura. Na foto abaixo, eu estou com as orelhinhas da Minnie, que pedi emprestadas de uma mulher que também estava na fila para andar na mini montanha russa. Achei que não valia a pena comprar um par de orelhinhas só para uma foto - risos.

Como sabíamos que poderíamos sair e retornar mais tarde, decidimos ir para casa, descansar um pouco e voltar à tardinha. Mas vejam que surpresa tão agradável, eu tive antes de sair do parque: encontrei a "rainha malvada" e consegui uma pequena audiência com ela, pelo menos para uma foto, porque a cara dela é mesmo de poucos amigos.
Saímos do parque e tivemos nossas mãos carimbadas para que pudéssemos retornar - carimbo transparente, nos disseram que poderíamos lavar as mãos e que se o carimbo saísse, só precisávamos dizer que tínhamos lavado as mãos... Deixaram, conosco, os nossos tíquetes.
Saímos do parque e almoçamos num restaurante do outro lado da rua, o "IHop", uma rede que já tínhamos conhecido no dia anterior.
De lá, partimos de volta ao nosso apartamento. Tomamos um banho e dormimos por uma hora, mais ou menos. Levantamos, tomamos um café e partimos de volta para a Disneylândia. Chegamos em torno de 17h30min e fomos direto ao parque temático do Indiana Jones - eu tinha planejado visitá-lo desde quando ainda estávamos no Brasil, já que sempre fui fã dessa série de filmes. Entramos numa fila que levou quase duas horas para, finalmente, entrarmos no "Templo da Perdição". Quanta emoção!!! Mesmo durante o trajeto na fila de espera, já pudemos visualizar o caminhão do famoso cientista Indiana Jones, a casa de força e outros símbolos daquele filme.


Já lá dentro do templo, faltou energia e houve um problema técnico que não sabíamos o que era. Ficamos mais uns 30 minutos na espera até que o problema foi resolvido. Eu já estava afim de voltar e desistir da visita, pois temia que perderíamos o espetáculo dos fogos de artifício. Mas o Iuri me convenceu a ficar firme e forte. Valeu muito a pena! Entramos num trem, com 4 fileiras de assentos, cada assento com 4 lugares e entramos numa aventura inesquecível. É um super super super trem fantasma! Encontramos, pelo caminho, caveiras, cobras, todas aquelas coisas que tentavam impedir Indiana Jones de alcançar seus objetivos, lembram? Mas, felizmente, também encontramos Indiana Jones em alguns pontos do trajeto. Foi uma das melhores experiências em termos de aventura, que já tivemos em nossas vidas. Só isso já teria valido a pena!
Saímos dali felizes e a luz do dia já tinha se ido. Eram umas 20h30min e decidimos tomar um sorvete/suco de abacaxi numa banquinha havaiana. Depois disso, nos dirigimos a um dos pontos onde aconteceria o desfile do Mickey e os fogos de artifício. Uma multidão se acumulava ali, mas ainda faltava meia hora para começar.
Iuri e eu decidimos ver se conseguiríamos visitar a última parte - pelo menos de nosso planejamento - que é a "Tomorrow Land", onde vivemos outra aventura inesquecível: uma viagem virtual pelo espaço, tendo como comandante da nave, nada menos do que o atrapalhado C-3PO de Guerra nas Estrelas.A foto abaixo é do painel de controle no caminho para a nave de Star Wars.
Bem, foi mais do que emocionante e divertido! Nunca imaginávamos que viveríamos essas experiências. Ao sairmos da Tomorrow land o Iuri me perguntou se eu tinha gostado mais do Indiana Jones ou do Star Wars e eu disse: "não tenho como responder a essa pergunta - a primeira experiência foi física, já que andamos num trem de verdade e a segunda foi totalmente virtual, já que estávamos sentados em poltronas com uma tela 3D na nossa frente". Aí eu me dei conta de que sempre pode haver mais e sempre valerá a pena.
Quando saímos para a rua, os fogos estavam começando e foi um espetáculo indescritível, inesquecível, que nos deixou tão embasbacados e encantados que nem lembramos de fotografar.