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segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Faltam 19 dias

Hoje é o último dia do ano de 2007. Foi um ano de muitas emoções, conquistas e aprendizados para o Iuri e para mim.

Temos estudado bastante, escrito muito (para o blog e para a ciência) e também nos divertido bastante com nossos amigos canadenses e com nossos próprios tropeços. Estamos quase prontos para levantar vôo de London e pousar em Porto Alegre.

Há poucos minutos, nós capturamos a imagem do nosso contador regressivo, quando marcava exatos 19 dias para nossa chegada em Porto Alegre.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Videoconferências com os pequenos

A Nara, em outro post, colocou um vídeo que ela capturou de uma conversa com o Lorenzo, meu sobrinho na Austrália. Essa foto à direita é dessa mesma conversa, e a foto abaixo, à esquerda, é de hoje, de uma conversa que eu tive com minha filha no Brasil, com som e imagem. Bem, minha filha tem oito anos, até acho compreensível que ela consiga "desempenhar" bem em uma conversa assim, mas um bebê de um ano... Lembro que víamos os desenhos dos "Jetsons", ou "Jornada nas Estrelas", e achávamos ficção científica essa coisa de videoconferência.

Já trabalhei em empresas em que tínhamos equipamentos caríssimos de videoconferência, mas eu continuava achando isso coisa de ficção científica. Mas agora, quando uma criança de um ano interage contigo, usando equipamento de uso doméstico, acessível a meros mortais (comprei minha webcam no Brasil por R$55...), começas a achar que já não é mais ficção científica: é uma coisa que veio para ficar. Se o Skype fechar, afinal eles ainda não conseguiram achar uma forma de ganhar dinheiro, apesar de sua popularidade, tenho certeza de que vamos achar outras maneiras de fazer isso.

Videoconferência não tem a menor comparação com a telefonia normal. Quando a Sofia era pequena, eu viajava muito para fora do estado, principalmente para São Paulo, onde era a sede da empresa em que eu trabalhava. Não conseguia falar com a Sofia por telefone. Acho que até os 3 anos, ela não conseguia entabular uma conversa. Até hoje é assim: nossas conversas por telefone duram 3 minutos, nossas videoconferências, de 30 a 40 minutos. O pequeno Lorenzo já nos reconhece no computador, manda beijinhos e abana. Outros tempos.

Nosso sobrinho na Austrália

A cada dia que passa eu fico mais fascinada com as tecnologias da comunicação. Durante a semana, pude confraternizar com minha família aí no Brasil, através do skype. É claro que não pude abraçá-los de verdade, nem comer aquele churrasquinho que eles estavam comendo, mas pude vê-los e conversar com eles.
A irmã do Iuri, Lara, está morando na Austrália com seu marido: Márcio e o filhote: Lorenzo. Temos visto e falado com eles freqüentemente através do skype e o Iuri já colocou algumas imagens capturadas durante essas conversas.
Hoje, pelas 21 horas do dia 23 de dezembro - horário do Canadá e início da tarde do dia de 24 - horário da Austrália - fizemos nossa tele-conferência de Natal.
O Lorenzo está cada dia mais lindo e esperto e hoje interagiu conosco, imitando o famoso "Ho Ho Ho" do Papai Noel, subindo e sentando em sua nova cadeirinha do Mickey e jogando bola.
Aí eu tive a idéia de filmá-lo à distância. E deu certo! O vídeo está aí abaixo e é preciso clicar na seta preta da imagem para fazê-lo funcionar. Vale a pena!

sábado, 22 de dezembro de 2007

Confraternização via skype

No final de 2006 o Iuri e eu passamos o ano novo com a minha família, em Imbé, no Rio Grande do Sul.

À esquerda, a foto oficial da família Müller, em 31 de dezembro de 2006: pai, Eraldo, mãe, Miguel, Ronaldo e Nara.

Neste final de ano, o Iuri e eu estamos no Canadá e o Ronaldo vai para o Rio de Janeiro, então, a família vai estar menor durante a comemoraçào do ano novo.

Ontem à noite, o Miguel fez um churrasco na casa dele e meus pais
e demais irmãos foram jantar lá.

Graças à tecnologia, fizemos uma videoconferência pelo skype, com vídeo e som.



Na foto à esquerda: Ronaldo, pai, mãe e Eraldo, em Novo Hamburgo.

À direita: o Iuri e eu, no Canadá.

Mas onde estaria o Miguel, o anfitrião? Estava ocupado fotografando sua obra prima: o churrasco... só para dar água na boca dos gaúchos que estão longe dos pampas...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Feliz Natal

Ao final de mais um ano, agradecemos a todos os leitores do nosso blog, parentes e amigos que têm nos acompanhado ao longo de nossa jornada no Canadá.

Esperamos ter-lhes proporcionado momentos de diversão e oportunidades de conhecer um pouco do Canadá e sua cultura.

Segue nosso cartão de Natal / 2007: (clique na imagem para ampliá-la)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Segunda feira é dia de fazer limpeza?

Desde pequena eu sempre via e ajudava minha mãe a fazer a limpeza da casa às sextas-feiras, deixando tudo bonito para receber visitas no fim de semana.
Uma vizinha de praia, entretanto, costumava fazer essa "faxina" às segundas-feiras. "No fim de semana vem visita e a casa fica suja" - dizia ela.
Hoje eu lembrei da nossa vizinha de praia, quando precisei descer para o porão a fim de levar as roupas para a lavanderia comunitária do nosso prédio.
Ainda bem que o Iuri estava trabalhando de casa hoje, porque ele desceu e me ajudou na tarefa de encontrar e limpar a porta do porão, que estava coberta da neve que caiu durante todo o fim de semana. Hoje nós tivemos que usar a "tal" pá da qual eu falei em outro post.


As lixeiras também estavam cobertas
de neve - pareciam sorvetes de limão
- e o Iuri tirou a neve de cima da nossa, para que eu pudesse depositar o saco de lixo. (Fotos à esquerda e à direita)


Na esquina da nossa pequena Kensington Ave, com a grande Wharnclieffe St, alguém tirava a neve com uma máquina que parece uma cortadora de grama.
Resumo da história: hoje, segunda-feira, foi o dia de limpar a sujeira que a visitante chamada neve fez durante o fim de semana. (risos).

Dois vídeos mostram as atividades desta manhã e podem ser vistos clicando em:

http://picasaweb.google.com/naram.muller/BrincandoDePazinha

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Nada como uma boa pizza "Mundo Novo"

Nesta semana recebi um "friend request"(convite de amizade) no orkut, dos meus amigos Elaine e Carlos, proprietários da Pizzaria Di Napole, de Taquara.
No scrap que me mandaram, fizeram uma provocação indecente: "Que tal uma pizza Mundo Novo?" - Isso é muita maldade - hehehe!
Para quem não sabe, a "Mundo Novo" é uma pizza que combina filé mignon, tomates secos e rúcula e é a nossa pizza predileta, sempre que vamos à Di Napole. Vale a pena conferir!!!
Mas pode deixar: depois de janeiro a gente se cobra, mas tem que ter um choppinho da Brahma para acompanhar (risos).

sábado, 1 de dezembro de 2007

Dezembro chegou

Hoje o Iuri e eu resolvemos sair de casa pelas 13 horas, quando a neve tinha parado um pouco e a temperatura havia subido de - 7 para - 6 C.
Fomos ao centro da cidade a pé, porque segundo os canadenses, ainda não está frio - risos. Além disso, é só atravessar a ponte Kensington sobre o famoso rio Tâmisa. Em menos de 10 minutos, já estávamos na Dundas St (centro de London). Queríamos comprar ingredientes para fazer granola e outras coisinhas no Convent Garden - espécie de mercado público e feira de produtores.

Antes de irmos às compras almoçamos num restaurante, localizado junto ao Covent Garden. Desde o verão que eu já tinha vontade de almoçar nesse restaurante, o Chancey Smith's, pois me parecia ser um ambiente aconchegante e ter comida gostosa.

Comemos salmão com macarrão (Salmon linguini) e descobrimos que minha intuição não falhara, a comida estava yummy, como dizem por aqui. Pronuncia-se iâmi e significa mmmmm. Além disso o ambiente é bonito (fotos), e tem música ambiente.

Depois fomos para a Galleria London e fizemos nossas compras no Bulk Barrel (um armazém que vende toda espécie de grãos, farinhas e guloseimas, à granel).

Voltamos ao Covent Garden para comprar legumes e frutas e comer um sorvete maravilhoso que tem lá. A temperatura de - 6 era na rua (risos).

Pelas 16 horas, vestimos de novo nossos casacões, toucas e luvas e saímos rua a fora, em direção à nossa casa.

No caminho de volta eu parei sobre a ponte e pedi ao Iuri tirar uma foto de mim, com toda aquela roupa (cada vez que eu queria olhar para o lado, tinha que virar o corpo todo - hehe - mas não sentia frio).
Olhem as sacolinhas ecológicas que nós usamos para fazer compras...
Vejam o gelo sobre as bordas do rio Tâmisa.







sábado, 24 de novembro de 2007

Sofia na casa dos avós

Minha filha foi passar o final de semana na casa dos avós. Isso significa que posso vê-la no Skype! Falamos bastante, até, considerando nosso padrão. Em geral, nossas conversas por telefone são de 5-10 minutos, quase só oi e tchau.

Dessa vez, nos esbaldamos de tanto conversar. Ela me contou que está com saudades minhas - ufa, ainda bem. Ainda hoje eu estava ouvindo Elvis Presley (You are always on my mind) e pensando: "tell me that your sweet love hasn't died". Às vezes, ficar longe é bem ruim. Também tenho uma certa dificuldade de achá-la em casa. Agora então, com essa diferença de fuso horário, quando chego a pensar em ligar para ela, já é tarde. Quando estava nos Estados Unidos, tentei ligar para ela, mas me confundi com o fuso e acabei tocando o telefone da casa dela e da mãe dela às 11 da noite. Não foi uma conversa muito produtiva, uma vez que a menina estava quase dormindo em pé...

Fui apresentado também à minha mais nova neta: a Kelly. Tenho tantas netas e netos... Umas de pano, como é o caso da Kelly, uma outra tonelada de pelúcia, e umas tantas de plástico. Considerando que ela tem bonecas de marcas famosas também, algumas delas podem também serem feitas de chumbo... pelo menos na tinta.




Enfim, uma noite agitada, mas feliz, para um pai distante.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Mostardeiros na Austrália

Ontem falei com minha irmã pelo Skype. Ela, o filho e o marido estão na Austrália. Meu cunhado está fazendo doutorado lá.

Ela me contou a incrível experiência de fazer quase 24h de avião com uma criança com menos de um ano. Acho que ela se saiu bem, considerando que não é uma tarefa fácil. Mas todas as tarefas difíceis ficam um pouco mais fáceis com um pouco de planejamento e jeitinho.

Ela planejou bastante essa viagem. E isso se percebe por trechos da fala dela, por exemplo, em que ela diz que tinha evitado o desconforto nos ouvidos do Lorenzo fazendo ele deglutir durante a decolagem. Quem já passou por situações de troca de pressão, como vôos e mergulho com equipamento, sabe que os ouvidos podem incomodar, caso não se faça a descompressão. No caso do Lorenzo, acho que fica um pouco complicado dizer para ele: "fecha o nariz e sopra"... Enfim, dar de mamá para a criança foi uma boa jogada, e demonstra que ela já foi esperando isso.

Mas jeitinho também ajuda. Ela foi bem esperta conseguindo um espaço extra para levar as coisas do menino. Estranhamente, o Lorenzo não teve direito a franquia de bagagens. Então ela teve que levar as coisas dela e dele em uma única franquia (2 bagagens de 32kg cada mais uma bagagem de mão de 10kg). Daí ela "chorou as pitangas" para conseguir levar as coisas dele em uma bolsa separada... e levou. Ou seja, como sempre, tem as regras e o jeitinho. Aliás, estava vendo o currículo da orientadora do meu cunhado e a pesquisa dela é sobre o jeitinho brasileiro... taí um caso interessante.

Bom, agora chega de coisas sérias e vamos ao "corujismo". O Lorenzo estava, ainda no Brasil, "caminhando" com o auxílio de móveis e outros objetos da casa. Embora fascinado por furungar em armários e puxar o papel higiênico e ver desenrolar (deve ser divertido! vou tentar aqui em casa!), nada mais fascinante do que caminhar, certo? Ele ganhou do pai dele um carrinho (foto à esquerda), que funciona como "andador", que ele sai a empurrar pela casa.



Mas o legal mesmo é ver ele encenando "o pintinho amarelinho". O menino, além de bonito, é um artista. Vai dar trabalho para a mãe dele quando começar a ir para a escolinha na Austrália. Será que os australianos são "durinhos" como os outros anglo-saxônicos? Vai ser muito engraçado se esse menino loiro e de olhos azuis, com sotaque de australiano, tiver um molejo latino. O tempo dirá.

Falando em tempo, temos algumas horas de diferença para a Austrália. Assim, para evitar de ligar para eles no meio da madrugada, coloquei em nosso blog (barra da direita) também o relógio com o horário de Sydney.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

O onipresente computador

Hoje estava vindo de bicicleta para a universidade quando vi um aparelho de som no lixo. Era um receiver JVC, meu sonho de consumo nos anos 80/90. Quase juntei e levei para casa. Não é porque esteja faltando música aqui. Para reduzir o peso na viagem, eu converti vários de nossos CDs em MP3, e escutamos no computador.

Confesso que ando meio enjoado do computador. Tudo é no computador: ouvir música, ler livros (em formato PDF), ver fotos (da câmera digital). Além disso, tenho usado o Skype para ligar para o Brasil e para o Canadá, pois sai muito mais barato, mesmo comprando os créditos do Skype para ligar para telefones convencionais.


Hoje estava aqui no escritório na universidade. Tenho um telefone Meridian aqui na mesa (ver foto). É um ramal digital. Para quem não é do ramo de telecomunicações, eles são bem mais caros que os ramais "normais", aqueles que tem os telefones antigos ligados. Nas empresas em que trabalhei, esses ramais iam só para a mesa dos bacanas. No Canadá, esses telefones estão em qualquer biboca. Bom, de qualquer maneira, é um ramal digital: tem identificação de chamadas, dá para ver o número para o qual vai se discar, enfim, não é dos piores. Eu tinha que ligar para umas 6 empresas canadenses. Eu mandei os questionários para elas e tinha um pequeno detalhe que eu tinha que comunicá-las. Não é que eu achei estranho ligar do telefone convencional? Achei muito primitivo ter que cancelar a ligação caso tenha teclado um número errado. No Skype, se eu errar um número, teclo "<-" e arrumo... Definitivamente, estou precisando voltar ao "mundo normal"...

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Luzes renovadas


Hoje eu fui renovar as luzes dos meus cabelos e cortar um pouco as pontinhas queimadas pelo verão canadense.
É a segunda vez que fui a esse salão de beleza chamado Hair Masters, localizado no Cherry Hill Mal - um shopping do qual eu já falei algum tempo atrás. A cabeleireira: Jill me foi indicada por uma das brasileiras que reside aqui em London, a Alba.

Em maio deste ano, antes de ir ao Hair Masters e entregar minha cabeça para a Jill, fiz uma pesquisa sobre as cabeleireiras aqui de London. A Mary-Anne me indicou sua cabeleireira, dizendo: "Ela é portuguesa!" A Marlene, colega do Iuri aqui na Universidade de Western Ontario, indicou outras duas cabeleireiras e a Alba me sugeriu a Jill.
Eu pensei comigo mesma e falei para o Iuri: essa Jill trabalha do
Cherry Hill Mal e lá é um shopping freqüentado quase que somente por pessoas idosas... Fui até o Cherry Hill, mas a Jill não estava trabalhando naquele dia e, de dentro do salão de beleza, só saíam senhoras com seus cabelos curtinhos e pintadinhos... Eu estava começando a ficar apavorada. Liguei para as cabeleireiras indicadas pela colega do Iuri, mas achei os preços muito altos, além do que, não tinha ônibus que fosse até o endereço de uma delas. Quanto à cabeleireira portuguesa, também ficava muito distante e eu teria que tomar uns dois ônibus para chegar até lá. O preço também era meio salgadinho. O melhor preço era o do Hair Masters, no shopping dos "velhinhos". Além disso, ficava perto da nossa casa na Richmond St e também de nosso atual endereço.
O Iuri disse que eu devia apostar na Jill e então eu liguei e marquei um horário. Fui lá, gostei da Jill e me tornei sua cliente.
Acho bem interessante o sistema desse salão de beleza, o Hair Masters. São pelo menos 10 cabeleireiros, entre homens e mulheres e eles oferecem todos os tipos de serviços que um bom salão deve oferecer. O público alvo, em sua maioria senhoras idosas, entra e sai a toda hora, conduzindo ou sendo conduzidas por suas cadeiras de rodas e outros tipos de carrinhos. Lá dentro do salão, quando precisam se deslocar da sala de cortes e penteados, para a sala de tintura, permanente, ou lavagem de cabelos, são gentilmente conduzidas pelo braço, por seu (sua) cabeleireiro (a).
Na foto do início, estou já com meus cabelos devidamente cortados e "iluminados", em frente ao salão Hair Masters. Dentro do salão, de costas e de blusa marrom, minha cabeleireira.
A outra foto mostra uma parte da praça de alimentação do Cherry-Hill Mal e seu público alvo.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Quero voltar!!!

Está terminando o verão aqui, e com isso, passamos da metade do nosso período de "exílio" voluntário. Não podemos nos queixar do verão aqui... mas como o Luís Fernando Veríssimo uma vez escreveu, os gaúchos, e especialmente os nascidos em Porto Alegre, querem ir para a praia no verão. De preferência, em Santa Catarina. E isso nós não tivemos.

Então, com o término do verão aqui, começamos a sonhar com a volta. Ver o que a gente vai levar embora, o que vai deixar aqui, o que vamos fazer na nossa casa, já que tudo foi "congelado" (figurativamente) para guardarmos dinheiro para nossa vinda para cá. E uma coisa que me ocorre sempre é que vamos voltar no final de janeiro... quer dizer: praia!!!

Hoje estava procurando uma coisa na internet e me apareceu essa bugiganga eletrônica (já aconteceu para vocês? procurar uma coisa na internet e achar outra totalmente não relacionada?). Uma câmera fotográfica digital que resiste à água! Imagina poder ir para a praia e levar a máquina... bem, para dentro da água, e tirar a foto daquela banha toda que estou acumulando em minha rotina diária, fisicamente pesada, de aluno de doutorado. E branco! Pensando bem... acho que não é uma boa.

De qualquer maneira, aí vai o vídeo do teste da câmera que encontrei:

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Dia dos Pais 2

No Brasil, o Dia dos Pais é comemorado em agosto. A Nara já fez um post a respeito.

Mas eu queria fazer um post sobre o "meu" dia dos pais. Esse ano foi meu oitavo dia dos pais, primeiro longe da Sofia. Mas só agora consigo escrever a respeito sem engasgar.

Ganhei dois presentes.

Um deles foi poder conversar com a Sofia pelo Skype, com câmera. A mãe dela não tem computador em casa, portanto nossa comunicação é via SkypeOut, ou seja, eu ligo do meu computador para o telefone da casa dela, obviamente sem direito a webcam. Para poder vê-la, só quando ela vai para a casa dos meus pais. No fim de semana em questão, eles passaram na casa do tio dela, onde então pude conversar com ela pelo Skype do primo dela.



O outro presente foi um desenho feito pela Sofia, que ela me mandou por email. O desenho com que iniciei meu post.

Adorei os dois presentes.

domingo, 9 de setembro de 2007

Fim de semana com os amigos de Toronto

Neste fim de semana recebemos a visita de nossos amigos Sheila e Júnior - que vieram lá de Toronto para passar o fim de semana conosco.

Júnior e Sheila são os amigos que nos receberam em sua casa, em Toronto, quando fomos assistir ao Fantasma da Ópera. O Júnior é sobrinho do Eloir e da Elizete Petry lá de Taquara (nossa saudosa cidade) e a Sheila é uma gaúcha maravilhosa, lá de Porto Alegre.

Eles trouxeram uma picanha "beeeeem gaudééééria" e farinha de mandioca, compradas no açougue português: "Nosso Talho", lá de Toronto.
Aproveitando que o sábado estava ensolarado e quente, tratamos de assar o autêntico churrasco gaúcho. O Júnior e o Iuri montaram a churrasqueira e prepararam o ambiente com mesa e cadeiras nos fundos de casa. Fizemos salada de batatas com maionese e farofa de cebola com farinha de mandioca. Ficou tudo uma delícia e nosso almo-janta foi acompanhado de muuuuita cerveja, é claro - hehe! Para sobremesa não podia faltar a "famosíssima" torta de bolacha Maria e para fazer a digestão, fomos tomar chimarrão num dos parques ao redor do rio Tâmisa, pertinho da nossa casa.

À noite, saímos para o centro e fomos tomar mais umas cevas no terraço do Baxter's bar, no centro de London. Hoje, depois do café da manhã, fomos passear no Masonville Mall e depois voltamos para casa para fazer o almo-janta. O cardápio de hoje foi camarões fritos com cerveja e coca-cola.

Nos divertimos muito e ficamos felicíssimos com a visita desse casal de amigos que conhecemos em junho, mas que parecem fazer parte de nosso círculo de amizade há muuuuitos anos.

Temos algumas bonitas fotos desse fim de semana em:

http://picasaweb.google.com/Nara.Maria.Muller/VisitaDeSheilaEJNior

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

7 de Setembro - Independência do Brasil

Nossa homenagem vai para nosso querido país natal, que nesse dia 7 de setembro de 2007, completa 185 anos de sua independência.

Queremos homenagear a todas as pessoas que lutam para fazer do Brasil um lugar digno de sua grandeza natural.

A todos aqueles que plantam flores nas calçadas, mesmo que alguém as arranque e, num profundo ato de amor pela sua querência, persistem e plantam outra vez.

A todos os professores que procuram levar mensagens de amor à natureza e de responsabilidade sobre o futuro do país, às crianças que estudam nos mais remotos cantos desse gigante chamado Brasil.

A todas as pessoas que, mesmo parecendo sonhadoras e deslumbradas com pequenas coisas, perseguem seus ideias com obstinação e ternura para proteger nossa natureza e garantir a vida das futuras gerações.

Algum dia haveremos de lembrar o passado e dizer: "Conseguimos mudar o Brasil - este é o melhor lugar do mundo para se viver!"

Parabéns a todos nós, brasileiros!

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

5 de setembro - 6 meses no Canadá - uma retrospectiva

Hoje fechamos 6 meses no Canadá e é difícil dizer se consideramos isso muito ou pouco tempo. Muito, porque estamos com saudades de casa, e pouco porque também conquistamos amigos aqui dos quais gostamos bastante.

É o caso do Zenon e da Mary-Anne (foto à direita) que, teoricamente só nos alugariam o apartamento, mas foram muito além disso.
Se não fosse por eles, aquele dia 5 de março teria sido ainda mais difícil - toda aquela neve atolando nossas malas e nossos pés e sem entender direito o que as pessoas diziam. Não tínhamos idéia de onde e como ir comprar as coisas básicas das quais precisávamos para sobreviver nesse lugar.


Alguns meses antes de virmos para cá, já tínhamos contactado com Mary-Anne, por e-mail, e ela nos informou o número do telefone do Zenon, dizendo: "Vocês vão chegar muito cansados da viagem. Eu não estarei em London, mas liguem para o Zenon que ele irá apanhá-los onde estiverem para mostrar-lhes o apartamento..."
Zenon nos apanhou numa espécie de café e mercadinho: o Sebastian. Nos levou para ver os apartamentos da Kensigton: este onde estamos agora - que precisava ser reformado - e o outro, para onde nos mudaríamos temporariamente. Mas não foi só isso: O Iuri disse que precisávamos abrir uma conta bancária e pediu uma sugestão de qual seria o melhor banco e tal... Zenon nos levou ao Scotiabank e nos apresentou para o gerente geral.
Depois o Zenon nos levou para supermercados e lojas a fim de comprarmos o mínimo necessário para podermos nos instalar no apartamento para o qual nos mudaríamos no dia seguinte. E quando chegamos lá, no dia 6 de março, nossas compras estavam nos esperando, pois Zenon já as tinha deixado no apartamento.
Alguns dias depois conhecemos Mary-Anne e nossa amizade foi inevitável.
Fomos convidados para o jantar de Páscoa na casa deles, compartilhado também com outro casal: Steve e Larissa, aqui de London.
Depois foi o passeio para as cataratas de Niágara, mais jantares e almoços na casa de Zenon e Mary-Anne.


Num desses jantares, conhecemos
os amigos Keith e Marilyn, de Manitoba (foto à esquerda) e a famosa vegetarian chicken pizza.
Em primeiro de julho, dia do
aniversário do Canadá,
conhecemos a mãe do Zenon
(foto à direita).








No início de agosto - já faz um mês
- fomos com Zenon e Mary-Anne
para Montreal, onde conhecemos Justine (mãe de Mary-Anne), Joseph (seu amigo), além de Ricky e Jan, que moram em Vermont - Estados Unidos.





Amigos brasileiros no Canadá:

Nos primeiros dias em London conhecemos a Nicee, uma brasileira que mora aqui há 10 anos e a partir dela, eu conheci um grupo todo de mulheres brasileiras que, por diferentes razões, imigraram para o Canadá.
Tem a Cláudia, uma gaúcha de Novo Hamburgo, já mora aqui há vários anos e lê nosso blog, diariamente. A Rozane, não é gaúcha legítima, mas é de coração - já morou lá há algum tempo - é outro doce de pessoa.

A Alba me indicou a cabeleireira que deixou meus cabelos tão bonitos, a Cris, que nos acolheu em sua casa para aquele churrasco maravilhoso no dia das mães e a Lia, que fala comigo pelo MSN.





Em Montreal conhecemos mais um casal de brasileiros: O Guilherme e a Ana que vieram buscar novas oportunidades nestas terras geladas.





Os amigos queridos de Toronto... Júnior e Sheila, gaúchos
como nós
- ele, de Três Coroas e ela, de Porto Alegre. Nos receberam
de braços e corações abertos em Toronto, quando fomos assistir ao Fantasma da Ópera.

Aliás, nesta sexta-feira, dia 7 de setembro, o Júnior e a Sheila virão nos visitar e na próxima semana eu vou contar as aventuras do fim de semana.





Para terminar este post, preciso contar o que aconteceu hoje: Pela primeira vez em 6 meses, uma pessoa me chamou pelo nome em plena calçada de London!!! Era a Ethel, uma senhora que trabalha lá no Big Sisters of London.
Parece pouco, mas para mim, que moro numa pequena cidade brasileira e estou vivendo num lugar onde ninguém me conhecia há 6 meses, ser chamada pelo nome na rua é maravilhoso!

Então, alguém me ajuda a definir se 6 meses no Canadá é muito ou pouco tempo??? Difícil, não?

terça-feira, 4 de setembro de 2007

E os filhos vão crescendo

Meu sobrinho Lorenzo já fica em pé, se apoiando nas coisas.

Algumas coisas a gente curte, outras nem tanto: quando minha filha ficou em pé, assim como o Lorenzo está fazendo, quase explodi de felicidade. Já quando eu levei ela ao supermercado e estava "dando sopa" um daqueles cobiçados carrinhos que a criança "dirige", fiz menção de sair correndo e pegar e ela me olha com aquele olhar constrangido e diz: "Pai, já tenho 6 anos!"... Cara, doeu.

Sempre parece que eles crescem muito rápido depois de um tempo, como o ano que parece correr para chegar ao fim, depois de setembro.

De qualquer forma, acho muito lindas as fotos que recebo dos dois juntos: como os priminhos se gostam! Essa do carro foi ótima. Minha irmã disse que parou o carro, em um acostamento do meio do caminho entre a casa de meus pais e a dela, para fazer essa foto. Achei lindo o detalhe das mãos dadas!

Bem, pelo menos ela ainda dorme quando o carro entra em movimento... algumas coisas não mudaram.

sábado, 11 de agosto de 2007

Dia dos Pais

O dia dos pais está chegando e eu não poderia deixar de fazer uma homenagem a esses grandes personagens que iluminam nossas vidas.

Ao meu pai, ao pai do Iuri, ao meu marido Iuri, que é pai da Sofia e pai emprestado dos meus filhos, enfim a todos os amigos que também são pais.


Que o Pai maior, que criou toda essa natureza maravilhosa para nós, ilumine os caminhos de todos os pais da terra e os abençôe.



E como eu tinha feito um álbum de fotos para o dia das mães, também preparei essa surpresa para os papais.



http://picasaweb.google.com/Nara.Maria.Muller/Pais?authkey=HSYIxOWtEao


Felicidades!



Nara e Iuri.




quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Lorenzo e o Skype

Hoje "falei" com meu sobrinho Lorenzo pelo Skype. Na verdade, falamos eu, a Nara e minha irmã e ele de enxerido, tentando batucar o teclado do computador.


Não é que o pestinha já está balbuciando umas coisinhas? Chamamos o nome dele no microfone e ele olha curioso para o monitor do computador (e não para o alto-falante, de onde sai o som).

Nesses tempos de alta tecnologia, esses meninos sabem de computador e conversam com a gente pelo Skype antes de aprender a ler e escrever. Estranho, né? Como ele vai para a Austrália antes de voltarmos do Canadá, é possível que essa seja a única forma de dele me reconhecer na próxima vez que nos encontrarmos. Esse é o lado bom da história.