segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

22 de janeiro



Segunda-feira estava chovendo um pouco, conforme a previsão do dia anterior.
Quando eu levantei, pelas 8 horas, o Iuri já tinha trabalhado há umas 3 horas, pelo menos. 

Tomamos café da manhã e começamos a nos preparar para sair. Ele para a universidade e eu para atender minha cliente Bonny – empreendedora social.

A Bonny mora perto da nossa casa, na mesma rua, então, eu fui a pé. Em alguns pontos da calçada, a neve tinha congelado e estava bem escorregadia. 

Fui recebida pela Bonny e seu super cão labrador preto: o Bert. Ele é um cão muito inteligente e servil. A Bonny tem dificuldades de locomoção e usa uma cadeira de rodas e o Bert é seu guardião. Ela contou que o Bert retira as roupas da lavadora e as deixa na sua frente para que ela as coloque na secadora. 

Em nosso primeiro encontro, no Innovation Works, a Bonny contou que certa vez, quando ela estava andando na rua, com neve, terminou a bateria da sua cadeira e ela teve que se enrolar nuns cobertores até que recebesse ajuda. O Bert sentou-se sobre suas pernas para mantê-la aquecida.


O projeto de empreendimento social da Bonny consiste em prestar atendimento prévio a pessoas que precisem de atendimento legal. Ela é “paralegal”, ou seja, tem formação na área do Direito, mas não é advogada. Como se fosse uma tecnóloga em Direito. 

Em dezembro, eu assisti à sua apresentação no Innovation Works, quando ela concorria a uma verba de $5.000,00 dólares canadenses.

 
Nesta segunda-feira, 22 de janeiro, Bonny abriu seu plano de negócios no computador e eu o revisei, enquanto ela trabalhava nas planilhas financeiras para acrescentar, posteriormente ao plano de negócios. 

Fiquei lá durante 2 horas, já que tinha que ler o plano de 20 páginas, com muita atenção, para que a minha intervenção fosse útil.

Quando terminei a leitura, comecei a mostrar-lhes minhas sugestões e tirei algumas dúvidas com relação a certos termos técnicos e a atuação de sua parceira de negócios, que é social worker – formada em Serviço Social.

Antes de ir embora, a Bonny disse que, se eu quiser mudar para o Canadá, nós poderíamos trabalhar juntas, já que vários de seus clientes poderão necessitar de coaching ou consultoria em carreira. Boas possibilidades!

Saí da casa da Bonny animada com a minha participação nos projetos sociais dos empreendedores do Innovation Works.

A chuva tinha parado e eu caminhei mais uns metros até o super NoFrills, onde comprei alguns itens para a despensa doméstica. Não tínhamos alugado carro nesse fim de semana...

À tardinha, consegui carona para a Meditação no centro paroquial e encontrei com o Iuri lá.

Voltamos para casa e assim terminou a segunda-feira, 22 de janeiro de 2018.

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