sábado, 20 de janeiro de 2018

Janeiro: já no comecinho, se mostrando um mês intenso



Na segunda-feira, dia 08 o Iuri levantou às 5 horas da manhã e trabalhou até umas 8h30min, quando tomamos o café da manhã. Depois disso, o trabalho dele continuou até a hora do almoço.

Eu assisti à segunda aula online do Bruno Juliani: Crie seu futuro e dei continuidade aos meus estudos e ações para atingir meus objetivos em 2018.

À tarde o Iuri foi para a universide e, às 19 horas, nos encontramos na casa paroquial da St. Peters, para a meditação cristã. 

Dia 09 de janeiro – dia cheio para Iuri e Nara

Eu tive reunião com o grupo da Câmara de Ensino do CRA-RS, para o planejamento do XI Encontro de Professores e Coordenadores de Cursos na área de Administração – EPROCAD.


Foi nossa primeira reunião totalmente online: eu em London e, cada um dos integrantes da comissão organizadora do XI EPROCAD, em seus respectivos locais de trabalho. Bacana demais, viva a tecnologia!

O Iuri trabalhava, intensamente, na finalização do artigo que deveria ser submetido até às 17 horas desse dia.

Eu nem preciso dizer que tinha que andar como “barata”, pelos cantinhos para não ser percebida e acabar tomando uma chinelada – frase que o Iuri gosta de repetir – risos.

Eu tinha me inscrito no curso para aprender sobre o Código de Voluntariado de Ontário, no Innovation Works. Então, como o curso começaria às 13 horas, eu fui para a parada de ônibus lá pelo meio-dia. 

Chegando lá, encontrei o Stephen Harrot (à esquerda na foto abaixo), um dos empreendedores sociais que frequentam os “chats” às sextas-feiras de manhã. Escolhemos uma mesa próxima ao telão de apresentações e logo fomos acompanhados por mais 3 mulheres que eu não conhecia e a Simone Dovalli, que eu tinha convidado.





Uma moça se aproximou sorridente e disse: “Wellcome Nara! Good to see you again”. Era a Caitlin, coordenadora daquele grupo de coaches de London, do qual eu fui excluída porque não tenho certificação pelo ICF. A Caitlin é muito doce e, indiretamente, foi através dela que eu cheguei até o Innovation Works, onde tenho sido voluntária, desde novembro passado. 

O curso iniciou, pontualmente e o instrutor, Spencer Wyllie, coordenador do projeto de voluntariado canadense foi muito esclarecedor em suas apresentações. 



Fiquei impressionada com a organização canadense no que diz respeito a voluntariado e, em breve, farei um novo artigo sobre esse tema.

O Código Canadense de Voluntariado não é uma lei, mas é um guia para quem conta com voluntários para o desenvolvimento de suas atividades.


Aqui no Canadá, o voluntariado já é uma prática comum e as universidades valorizam muito os alunos que têm experiências como voluntários. Também muitas empresas disponibilizam empregados para realizarem trabalhos voluntários em entidades.

Eu lembrei que no Brasil, embora muita gente nunca tenha pensado em ser um voluntário, aos poucos, essa cultura está sendo intensificada. Grupos de serviços como Rotary, Rotaract, Interact, Lions, equipes pastorais, projeto Pescar e, especialmente, no RS, o Parceiros Voluntários têm realizado trabalhos excepcionais de apoio à comunidade.

Mas, como eu disse antes, isso será tema de um artigo, em breve.

Quando eu cheguei em casa, à tardinha, o Iuri estava feliz porque tinha enviado o artigo com uma hora de antecedência ao prazo final. 


Ufa! Primeira etapa desse artigo foi concluída! Sim, tem mais etapas...

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