segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Distância da família



A semana de 22 a 28 de janeiro foi intensa em trabalhos e pesquisas, mas também, em preocupações com nossos pais.

Meu sogro precisou fazer um procedimento de colocação de um “stent” para regular as funções circulatórias e urinárias. 

Ele só tem um rim e este estava funcionando com dificuldades nos últimos meses.
Fez o procedimento na Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre e, depois de uma hemorragia interna por perfuração da artéria Femoral, o perigo deixou de existir. Ele está em casa, mas sua recuperação tem sido dolorida e lenta. 

 Meu sogro caminhando antes do procedimento

 Minha sogra acompanhando o sr. Leo no quarto do hospital

O Iuri está no Canadá e uma de suas irmãs está morando na Austrália, com a sua família.

Ainda bem que temos a Leia, a filha mais nova, que pode acompanha-los durante esse processo difícil.

Minha mãe foi diagnosticada, em dezembro, como tendo arritmia cardíaca e, desde então, vinha tomando medicamentos que lhe inibiram a fome. Começava a sentir fraqueza e muito cansaço.

No dia 23 ela tinha exames com uma cardiologista no Hospital Ernesto Dorneles, em Porto Alegre e essa médica a internou, imediatamente.

Era para ser só uma consulta para agendar o procedimento posterior, mas foi internada e ficou na emergência, tomando vários medicamentos e sendo monitorada.

Meu pai e meu irmão Miguel estavam nos mantendo informados sobre o que estava acontecendo por lá.

Aí abaixo, foto deles enquanto aguardavam a internação da mãe.


Minha mãe ficou umas 24 horas na emergência e foi encaminhada para um quarto no hospital, onde ficou acompanhada pelo meu pai e teve assessoria da família.

Minha família é maior que a do Iuri, então, tivemos bastante apoio. Mas, é claro, eu queria estar lá também. Da mesma forma, o Eraldo, meu irmão que mora com os pais, ficou cuidando de tudo em casa.

Na quarta-feira foi o dia da minha cunhada Martha acompanhar os procedimentos e nos manter informados.





Quinta-feira meu filho Douglas e nora Flávia foram visita-la e também mandaram boas notícias sobre o seu tratamento.


Sexta-feira a mãe recebeu a visita do meu irmão Ronaldo e da Martha que também enviaram fotos e notícias.

Sábado a mãe voltou para a emergência para fazer uma nova bateria de medicação e exames. A médica disse que o coração da dona Elly está com formato normal, o que poderá facilitar sua recuperação sem a necessidade de colocação de um marca-passo.

Estamos rezando por esse resultado positivo!

Domingo ela retornou para o quarto do hospital e está sob observação para ver se precisará, ou não, do procedimento cirúrgico.

É muito difícil e doloroso estar longe quando nossos familiares ficam doentes e não podemos cuidar deles. Nos resta contar com os demais membros da família e rezar para que tudo dê certo.

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